IX SEMINÁRIO SOBRE A MEDIUNIDADE

IX SEMINÁRIO SOBRE A MEDIUNIDADE

 

O Espiritismo situa o trato com o fenômeno mediúnico em tarefa da mais alta responsabilidade. É sabido que a mediunidade não é uma exclusividade dos espíritas, estando presente em toda a humanidade, em todas as épocas de sua história. Todavia, o advento da Doutrina dos Espíritos lhe conferiu o devido lugar, na pauta das atividades a serviço do Cristo, uma vez que por seu intermédio é possível não apenas receber instruções de entidades superiores, como ainda manter contato com irmãos desencarnados carentes de orientação e de consolo.

 

 

 

O Departamento Mediúnico da Fraternidade Espírita Irmão Glacus, ciente de seu papel tutorial para com os médiuns da instituição, tem atuado em várias frentes no sentido de promover o desenvolvimento e a educação da faculdade mediúnica dos seus mais de duzentos colaboradores, sempre evidenciando a necessidade do preceito mediunidade com Jesus, que pressupõe a disciplina da sua prática em ambiente seguro, o estudo sistematizado do Espiritismo e do Evangelho e a vida moral equilibrada do médium.

 

Por motivos tão relevantes como esses, periodicamente são promovidos encontros com os médiuns da Casa, oportunidade para convívio, debates e estudos da mediunidade, visando a unificação do exercício mediúnico dentro do modelo mais apropriado e o estímulo aos integrantes deste grupo, muitos deles ainda jovens, para que perseverem com segurança os seus objetivos mais nobres.

 

Sendo assim, no mês de abril foi realizado na FEIG o IX Seminário sobre Mediunidade, cujo tema central foi “Importância do Estudo e do Trabalho para o Médium”, com base no livro Consciência e Mediunidade, publicado pelo Projeto Manoel Philomeno de Miranda. O expositor convidado foi Wagner Gomes da Paixão, que abordou o assunto com muita propriedade, cuja palestra foi registrada e pode ser reproduzida em duas partes no sítio Espiritismo BH (www.espiritismobh.net).

 

Com eventos deste tipo, a FEIG objetiva dar a sua contribuição para a formação de médiuns plenamente alinhados com a boa prática mediúnica, segundo o Espiritismo, que presume a atuação consciente e humilde do intermediário dos espíritos, sem personalismos, com total dedicação ao estudo, à sua formação moral e à caridade desinteressada.