Ensina
a caridade, dando aos outros algo de ti mesmo, em forma de
trabalho e carinho e aqueles que te seguem os passos virão ao
teu encontro oferecendo ao bem quanto possuem.
Difunde
a humildade, buscando a Vontade Divina com esquecimento de teus
caprichos humanos e os companheiros de ideal, fortalecidos por
teu exemplo, olvidarão a si mesmos, calando as manifestações
de vaidade e de orgulho.
Propaga
a fé, suportando os revezes de teu próprio caminho, com valor
moral e fortaleza infatigável e quem te observa crescerá em
otimismo e confiança.
Semeia
a paciência, tolerando construtivamente os que se fazem
instrumentos de tua dor no mundo, auxiliando sem desânimo e
amparando sem reclamar, e os irmãos que te buscam mobilizarão
os impulsos de revolta que os fustigam, na luta de cada dia,
transformando-a em serena compreensão.
Planta
a bondade, cultivando com todos a tolerância e a gentileza e os
teus associados de ideal encontrarão contigo a necessária
inspiração para o esforço de extinção da maldade.
Estende
as noções do serviço e da responsabilidade, agindo
incessantemente na religião do dever cumprido e os amigos do
teu círculo pessoal envergonhar-se-ão da ociosidade.
As
boas obras começam de nós mesmos.
Educaremos,
educando-nos.
Não
faremos a renovação da paisagem de nossa vida, sem
renovar-nos.
Somos
arquitetos de nossa própria estrada e seremos conhecidos pela
influência que projetamos naqueles que nos cercam.
Que
o Espírito de Cristo nos infunda a decisão de realizar o
auto-aprimoramento, para que nos façamos intérpretes do Espírito
do Cristo.
A
caridade que salvará o mundo há de regenerar-nos
primeiramente.
Sigamos
ao encontro do Mestre, amando, aprendendo e servindo e o Mestre,
hoje ou amanhã, virá ao nosso encontro, premiando-nos a
perseverança com a luz da ressurreição..