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pelo
espírito Emmanuel
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Não
nos esqueçamos de que o corpo na Terra é
o filtro vivo de nossa alma.
Nossos
pensamentos expressar-se-ão, segundo o
sentimos, tanto quanto nossos atos serão
exteriorizados conforme pensamos.
Todos
os processos emocionais do coração
atingem o cérebro, de onde se irradiam
para o campo das manifestações e das
formas.
Sensações
e atitudes mais íntimas se nos mostram,
invariavelmente, na vida de relação.
A
gula produz a deformidade física.
O
orgulho estabelece a irritação sistemática.
A
vaidade conduz à perturbação.
A
cólera dá origem a graves desequilíbrios.
O
ciúme leva ao ridículo.
A
maldade se transforma em delito.
O
desânimo alimenta o caruncho da
inutilidade.
A
ignorância faz a penúria.
A
tristeza improdutiva cria moléstias
fantasmas.
Os
hábitos indesejáveis trazem a antipatia
em torno de quantos a eles se afeiçoam.
A
paixão, não raro, conduz à morte.
Cada
sentimento emite raios e forças intangíveis
que lhe serão característicos.
Cultivemos
a bondade, a compreensão e a alegria,
porquanto nelas possuímos o manancial das
energias de soerguimento e elevação da
alma para Deus, nosso Pai e Misericordioso
Senhor.
Nem
corpo inteiramente mergulhado na Terra,
nem espírito integralmente absorvido na
contemplação do firmamento.
A
árvore produz para o mundo, sustentando a
vida, de raízes imersas no solo e de copa
florida a espraiar-se em pleno Céu.
Aprendamos
com a natureza.
A
situação ideal será sempre a do equilíbrio
com a vigilância concentrada por dentro.
Por
isso mesmo, há muitos séculos, já nos
afirmava a profecia: - “Guardai com
carinho e cuidado o coração porque
realmente dele é que procedem as
correntes da vida".
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Psicografia
de Francisco Cândido Xavier - Livro: "NESTE INSTANTE"
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