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Distribuir,
por onde viajar, exortações de alegria e
esperança com quantos lhe partilhem o
itinerário.
O verdadeiro espírita jamais perde a
oportunidade de fazer o bem.
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Tratar generosamente os companheiros do
caminho.
A qualidade da fé que alimentamos
transparece de toda ação.
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Ceder, dentro das possibilidades naturais,
as melhores posições nas viaturas aos
companheiros mais necessitados.
Um gesto simples define uma causa.
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Sem esquecer os próprios objetivos,
prever com estudo judicioso e minudente os
percalços e as metas da viagem.
A previdência exprime vigilância.
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Nas aproximações afetivas, comuns àqueles
que viajam, fixar demonstrações de
otimismo para que a tristeza não
prejudique a obra da confiança.
O otimismo gera paz e simpatia.
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Na atenção devida aos companheiros,
cuidar com estima e apreço de todas as
encomendas, recados e notícias de que
seja portador.
O intercâmbio amigo destrói o
insulamento.
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Não se esquecer do respeito, da gentileza
e da cordialidade com que se devem tratar
indistintamente funcionários e servidores
em veículos, hotéis, repartições e
lugares públicos.
Aquele que anda, imprime sinais por onde
passa.
ANDRÉ
LUIZ
(Conduta
Espírita, 7, FEB)
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