De
quando em quando, é imprescindível que
dialogues contigo mesmo.
Que
te contemples, a sós, na face espelhada
da consciência.
Que
te indagues quanto aos teus propósitos na
vida.
Que
efetues honesto balanço de tuas ações.
Que
não sustentes qualquer ilusão a teu
respeito.
Que
não representes para ti mesmo.
Que
te desnudes no silêncio de tuas reflexões.
Que
te vejas como não ousas mostrar-se aos
outros.
Que
analises as tuas tendências e conheças
as tuas inclinações.
Que
estejas com Deus, sem que ninguém mais
esteja contigo.
Irmão
José
(psicografia
de Carlos Baccelli/Livro: Orai e Vigiai)