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Inaugurado Laboratório de Informática do CEI
No dia 5 de agosto foi inaugurado o Laboratório de Informática – Inclusão Digital para a Educação Infantil no Centro de Educação Infantil Irmão José Grosso – CEI, na Fundação Espírita Irmão Glacus, no Bairro Kennedy.
A pequena solenidade iniciou-se com uma prece. Um grupo de crianças cantou o Hino a José Grosso e houve também a apresentação de um número artístico por parte delas. O diretor da Fundação, Vicente de Paula Queiroz, proferiu algumas palavras em agradecimento aos colaboradores, ressaltando ao mesmo tempo a relevância de tal iniciativa. Houve também um pequeno lanche e nova prece finalizou as atividades da tarde. Estima-se que o laboratório atenderá à necessidade de 100 crianças do CEI, transformando um sonho em realidade, uma vez que a inclusão digital é de grande importância para o futuro delas.
A FEIG agradece aos parceiros que viabilizaram a materialização deste projeto que nos possibilita abrir mais uma frente em direção ao desenvolvimento integral do ser humano.
REENCARNAÇÃO – O ENCONTRO DE ALMAS
O feto, desde o momento da concepção, é alguém capaz de ser influenciado por suas próprias emoções e por emoções externas, portanto, uma gestação inclui toda uma preparação para realização de uma encarnação em condições apropriadas para o bebê e para a mãe.
No intuito de favorecer a preparação e as condições para a gestante e o espírito a reencarnar, a Fraternidade Espírita Irmão Glacus realiza, por ano, quatro cursos de gestantes nos quais a futura mãezinha recebe informações espirituais e sobre saúde.
O trabalho em conjunto envolve o departamento feminino, a assessoria de relações públicas, o departamento doutrinário, as tarefeiras voluntárias e todos que contribuem doando enxovais para os recém-nascidos.
O curso, que é destinado às gestantes, tem a duração de oito sábados e é formado por um grupo heterogêneo de grávidas que buscam o pão material (o enxoval) e o pão espiritual.
No primeiro dia do curso é feita a inscrição da gestante que tem que estar fazendo o pré-natal e portar documento de identidade. A inscrição independe da religião da gestante. Nesse dia elas recebem informações do curso e o convite para ser entregue ao papai para que participe do curso com a futura mamãe.
Nos sábados subseqüentes são realizadas duas palestras, a primeira tratará de assuntos espirituais e será realizada por expositores do departamento doutrinário, a segunda palestra será sobre temas relacionados à saúde da mulher e será ministrado por profissionais da área de saúde.
O último sábado do curso é considerado dia de festa. Bento e Marília entoam músicas espíritas e temos a entrega do enxoval básico com aproximadamente 35 peças para os primeiros cuidados com o recém-nascido.
O enxoval é oferecido gratuitamente às gestantes freqüentes e cadastradas no departamento de assistência social da FEIG; quando a gestante procura o curso e precisa do enxoval, mas não pode participar, é oferecido a ela enxovais com peças seminovas.
Conscientizar as gestantes de que a gestação de um bebê consiste em receber em seu lar um espírito que lhe é confiado por Deus e que elas devem esmerar-se em criar interna e externamente um ambiente favorável para a chegada e o desenvolvimento desse novo ser que está a elas entrelaçado espiritualmente. Em conformidade com os pressupostos codificados por Allan Kardec, devemos não só dar o alimento que mata a fome, o agasalho que supre o frio, mas também o reconforto espiritual da palavra esclarecedora.
Colaboração: Sônia Araújo Nogueira
Terceiro domingo/agosto
A reunião de convívio espiritual do dia 15 de agosto de 2010 da Fraternidade Espírita Irmão Glacus (FEIG) iniciou-se convidando os presentes a celebrar a vida nos dois planos, sempre com fé no Pai Celestial.
O estudo apresentado tratou da parábola de um senhor muito rico que, antes de viajar, entregou a três dos seus servos alguns “talentos” (espécies de moedas), sendo quatro para o primeiro, dois para o segundo e um para o terceiro. O primeiro servo foi à luta e conseguiu transformar esses quatro talentos em mais quatro; o segundo também se esforçou e conseguiu adquirir mais dois, mas o terceiro teve medo de perder e enterrou o talento recebido. Quando aquele senhor retornou, qual sua satisfação com os resultados obtidos com os dois primeiros servos! Eles tinham sido fiéis ao seu senhor. Mas, para o ultimo servo, o senhor disse: “Servo preguiçoso, vá para as trevas exteriores.” Esse senhor é uma figura simbólica, e os talentos são aquilo que angariamos com nosso esforço, mediante as oportunidades que a vida nos dá. Todos nós fomos criados iguais, com a centelha divina, sendo que os problemas devem ser encarados como desafios, para os quais somos constantemente amparados. Todos nós aqui chegamos com uma programação e recebemos uma moeda, na medida exata do que precisamos, por isso não podemos enterrá-la. Assim justifica-se a resposta do senhor ao terceiro servo: ele teria que passar pelas “trevas” para compreender as conseqüências de sua escolha. Um exemplo é André Luiz, conforme narrado em Nosso lar, quando ficou durante um tempo no umbral: foram necessários anos de sofrimento – considerando-se que nosso Pai não castiga, Ele oferece condições de dor para trabalharmos as nossas arestas, pois nesses momentos que os sentimentos afloram é que conseguimos mudar nossa postura. Assim, quando André Luiz percebeu que podia orar e pedir socorro ao Pai, a ajuda veio imediatamente.
Lembremos, em Nosso lar, o momento do crepúsculo na colônia, que era o momento de reflexão e silêncio. Quem sabe não é hora de aquietarmos o coração e elevar nossas vibrações? Tenhamos alegria, mas a alegria da gratidão ao final de uma tarefa. Aprendamos a amar, mas não como em contos de fadas, em que aparecem príncipes e princesas encantadas e despertam o amor dentro de nós, mas sim potencializemos o amor que já existe em nós, vivenciando-o ao perceber a beleza em todas as coisas. A reforma íntima dá-se no dia a dia, e o que torna mais fácil para o cristão é perceber o porquê de suas lutas. Muitos de nós têm medo de psicólogo porque temos medo de descobrir quem somos. Mas é aí que devemos recordar que estamos aqui porque Deus se preocupa com cada um de nós, nos ama e nos aceita como filhos pródigos que somos. Ele nos acolhe para que tenhamos coragem de vivenciar momentos de meditação, silêncio, sem medo da solidão, porque estamos sempre amparados. Que possamos, neste momento, sentir a presença de nosso Mestre através das palavras de nossos benfeitores.
O irmão Glacus, ao se dirigir aos amigos espirituais presentes, falou sobre a misericórdia divina que permite o aprendizado dos irmãos encarnados e desencarnados, interligando os sentimentos de ambos, pela bondade de Jesus. “Nós temos também recebido do mais alto belas oportunidades de caminharmos rumo à espiritualidade maior. Felizmente, adentramos a nossa Fraternidade e sentimos o crescimento dos nossos espíritos rumo ao mais alto e nos fortalecemos. [...] Continuamos junto com nossos irmãos, ombro a ombro, lado a lado, enquanto aprendemos a verdade e a bondade de Jesus, que não se cansa em proporcionar a nós diversificados minutos de amor, da paz amiga e da palavra muitas vezes silenciosa. Desejamos ardentemente continuar [...], buscando a oportunidade de sentir nossos irmãos e amigos encarnados e desencarnados aportarem a nossa Fraternidade, pois nossos mentores maiores, em nome do Cristo, velam constantemente, em núcleos como este. Busquemos unir nossos corações, precisamos que a leitura chegue devagarinho, interpenetrando nossos espíritos [e incentivando] o crescimento pela vontade de ler. [...] Avante sempre. Nós, os espíritos, estaremos também nesta casa que é nosso lar. Que a espiritualidade amiga possa encontrar nossos corações abertos para o aprendizado maior. Estamos na vanguarda pela bondade incansável do Mestre Jesus. Que a nossa Fraternidade Espírita continue abrindo seus braços para abraços de fraternidade e amor. Temos a necessidade de abrir nosso coração para que a bondade interpenetre movimentando para o alto. Muito receberemos. Conhecemos passo a passo vasta área do plano espiritual, precisamos preencher as oportunidades e viver mais fraternalmente para que nossa casa cresça, abra suas luzes e nos receba para o aprendizado. Continuaremos, pois, lado a lado com nossos irmãos, encarnados e desencarnados, confiantes, pois a confiança é a disposição de servir. Devemos ir agasalhando nossos espíritos, para que do mais alto o Mestre e Divino Mentor [fale aos nossos corações]. Da espiritualidade superior [vamos] assimilando o conteúdo dos ensinamentos espirituais, no recinto onde estamos, e que a beleza do mundo espiritual nos fortaleça sempre. [...] Nós perdemos belas oportunidades de caminhar, mas hoje conhecemos Jesus. A literatura espírita abre-se como um leque, nos fortalecendo a todos. [...] esta Casa nos fortalecerá sempre os espíritos para novas dificuldades, na hora do sono tranqüilizador. Que a Casa de Glacus seja o celeiro dos que sabem com amor nos amparar.”
Somos uma Casa que ampara e que trabalha para o benefício e crescimento da fraternidade universal, assim disse nosso irmão Panzi, lembrando que a Casa de Glacus tem por objetivo recepcionar todos aqueles que procuram Jesus. Segundo ele, na FEIG encontram-se espíritos encarnados e desencarnados que estiveram presentes na história da humanidade, nas mais diversas situações. São todos espíritos que foram tocados pelo amor e pela afinidade. A importância de nos encontrarmos no domingo [explica-se] pela importância de afinizarmos nossos sentimentos, disse o irmão, ao ressaltar que na Fraternidade encontram-se exemplos dignificantes de trabalhadores dedicados. Aprendemos, segundo ele, que devemos perdoar, seguindo o Evangelho, ao encontrar desafetos, na oportunidade de resgate ombro a ombro.
Mas, o que devemos aprender de exemplo maior é a compaixão. Por quê? Sabemos que a paixão é envolvente, às vezes inconseqüente e move o ser humano a produzir, a agir: esse é o melhor momento para exercitarmos a compaixão, pois, se canalizarmos essa ação para o bem, estaremos alcançando o exemplo sutil de Cristo: agir, mas agir para o bem, estando implícito nisso o perdão, a paciência.
O irmão Panzi se alegrou em dizer que a reunião de convívio espiritual proporciona alegria, citando o exemplo de pais que, ao abraçar seus filhos, se emocionaram. Mencionou, também, que se trata do encontro de tarefeiros que muito contribuem com suas vibrações. “Ouvimos nosso coral”, referindo-se aos trabalhadores dedicados, que proporcionam, à espiritualidade que trabalha, matéria-prima para a cura, pois os cânticos ouvidos são transformados em amor, atuando nas moléculas e proporcionando a cura não no corpo físico, mas no perispírito. “É bom estarmos reunidos, com a convergência de pensamentos para o amor e a caridade. [...] Vamos nos perdoar, nos aceitar com nossos limites, mas não vamos desistir uns dos outros, pois é o exemplo do Cristo – a compaixão. [...] Sejam voluntários em nossa Casa, porque precisamos.” A orientação do irmão foi para que respeitemos o limite um do outro, não permitindo que a diversidade atrapalhe nas tarefas. “Com Jesus no coração, leiam as obras básicas, façam os cursos que são oferecidos com amor, participem da sopa, da Evangelização, de todas as atividades...”
Após saudar os companheiros, o irmão José Grosso disse: “Nos reunimos nesta tarde em nome do Cristo, tutelados por essa bendita Casa. Nós agradecemos por ofertarem essa tarde sublime para nossos espíritos, pois, neste momento, espíritos superiores nos acorrem. Nós daqui do nosso plano recebemos com intensidade as vibrações de cada um. Nos sentimos mais leves, e os irmãos têm nos proporcionado emoções que alegram. [...] Precisamos sempre nos colocar a postos, assim podemos colaborar. [...] Obrigado, irmãos, por essa simbiose dos dois mundos.”
Em sua breve, mas alegre fala, o irmão Palminha lembrou que estamos juntos, trabalhando sempre, e que precisamos nos unir, pois, assim, vamos traduzir o pensamento uns dos outros. “Precisamos daqueles que estão prontos para servir, porque o Cristo vai nos convidar”, mas, conforme explicou Palminha, a resposta deve vir de cada um de nós.
“O Cristo nos uniu como pérolas em cordão de esperança”, assim começou a participação do nosso irmão Pedro de Camargo. “Nesta tarde, recebemos do mais alto singela, mas profunda reflexão: por que as flores nascem...? Por que as estrelas brilham sem cessar? Por que o sol acende todos os dias... ? Poderíamos, assim, perguntar: por que estamos aqui reunidos? Como diz a música: porque Deus é amor.” Após esses questionamentos, ele pediu que nos lembrássemos que somos irmãos de caminhada, e que os espíritos desencarnados não são gurus, mas irmãos. E explica: “Falamos assim para que possamos, cada um de nós, ser o guia do nosso caminho. A doutrina dos espíritos esclarece que os desencarnados podem assistir, mas não podemos decidir.” A leitura seria a saída para que as pessoas não entreguem sua vida aos guias, “porque eles não existem”. E mais, “busquem perseverar no conhecimento esclarecedor [...], é amando que recebemos. Busquem dar um pouco de si ao semelhante, pois em verdade estaremos nos auxiliando. Estaremos sempre aqui assistindo no que for oportuno, porque também temos nossas limitações. [...] Que o rabi da Galiléia possa nos assistir, e a Fraternidade, nos tolerar.”
Com sua presença sempre serena, a irmã Meimei rogou que o Divino Amigo Mestre Jesus continue lado a lado conosco. Sempre atenta, ela notou: “Hoje quando observávamos vocês chegando e ocupando seus lugares, cada vez mais tarefeiros buscando cadeiras, mais alegres nós ficávamos. Isso significa que todos vocês, assim como nós, estamos aqui esquecidos dos problemas e vivenciando algumas lições que o Mestre nos deixou. Obrigada a todos os que sempre vêm e quem vem pela primeira vez; serão todos sempre bem-vindos.”
A irmã salientou que é importante esquecermos nossos problemas e mentalizar vibrações superiores, porque muitos dos presentes receberam o abraço de familiares, mas não se deram conta, já que muitas vezes não se colocaram em posição de recebê-lo. “É preciso abrir a porta do coração, esquecer os problemas”, segue explicando que, por vezes, amigos de quem nem lembramos, torcem por nós. E orienta: “Mesmo que vocês não se sentiram abraçados, alegrem-se pelos que foram. Os que não tiveram seu nome falado, todos vocês recebam o meu carinho [...]. Tenham otimismo e bom ânimo, e percebam o quanto a vida é espetacular e a reencarnação é bendita. Lembrem-se de viver a vida com leveza [...]. Os revezes, as dificuldades são os momentos em que somos mais lapidados. [...] Tudo passa, tudo segue seu rumo ao mais alto.”
Com seu cuidado maternal, ao falar às mãezinhas que enfrentam problemas, Meimei recomendou confiança e trabalho. “Trabalhem sempre, encarem o trabalho não de maneira pesada, mas com prazer. Qualquer tipo de trabalho, seja voluntário ou remunerado, vamos encarar como bênção, dádiva. E um lembrete: procurem conhecer mais profundamente a doutrina dos espíritos e a vocês, pois conhecendo a si mesmo, fica mais fácil saber onde está a necessidade de mudança, e, conhecendo a doutrina, vocês saberão como promover a mudança. É simples.” Ao indicar a leitura, ela aconselhou: “Se tem dificuldade nas leituras, procurem ajuda, vamos procurar viver mais unidos. Quando observávamos o salão, vimos manifestações do amor se expandindo, como um pai olhando seu filho adormecido [...]; são mínimos gestos. Quando essas vibrações de amor se manifestam, elas são coletadas e trabalhadas para ajudar a tratar, e esses fluidos, que nada mais são que amor expandido, são para vocês mesmos”. E finalizou: “Voltem para os lares de vocês com os corações transbordando de alegria.”
Colaboração : Márcia Romano

Xavier, Francisco Cândido. Da obra : Caminhos. Ditado pelo Espírito Emmanuel. CEU. 1981.
Nosso Lar, o filme
Em 10 de março de 2005 tiveram início as primeiras reuniões para a produção do filme Nosso Lar. A intenção era fazer um filme com qualidade e que ficasse à altura do livro, um filme com linguagem universal para atingir todos os tipos de público, e que estivessem à frente do projeto os melhores profissionais possíveis.
E finalmente eis que, depois de muita expectativa e 5 anos de trabalho desde a primeira reunião, o filme entra em cartaz no dia 03 de setembro. E promete, assim como o livro homônimo, o mais popular de Chico Xavier, psicografado em 1944 e que se tornou best-seller, ser um grande sucesso de bilheteria.
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O filme, dirigido por Wagner de Assis, é rico em efeitos especiais; contam os produtores que o maior desafio foi a construção da cidade Nosso Lar. Foram meses de trabalho em que vários arquitetos estiveram envolvidos. Para a fotografia e efeitos especiais foram contratados profissionais de renome internacional, como por exemplo o diretor de fotografia Ueli Steiger.
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O filme, que tem no elenco, entre outros, Renato Prieto, como André Luiz, Othon Bastos e Ana Rosa, vai mostrar a vida no mundo espiritual, assunto que desperta a curiosidade de todas as pessoas, sejam espíritas ou não. Estima-se que o livro Nosso Lar, que teve a tiragem de 2 milhões de cópias, tenha sido lido por 16 milhões de pessoas. O projeto é da FEB e da Cinética Filmes produzido pela Fox Filmes.
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Esperamos que, mais do que uma superprodução cinematográfica, o filme possa levar a mensagem consoladora a todos os corações, e que as pessoas possam sair do cinema tendo a certeza de que existe vida após a morte, que existe um plano espiritual, e que a Misericórdia Divina não nos abandona jamais.
Colaboração: Flávio Braga
Entrevista
O filme Nosso Lar, baseado na obra homônima de Chico Xavier, pelo espírito André Luiz, tem estréia prevista nos cinemas em setembro, e o Jornal Evangelho e Ação teve a oportunidade de entrevistar Renato Prieto, ator que fará o protagonista.
Jornal Evangelho e Ação – JEA: Você acha que a sua escolha para a interpretação de André Luiz pode ter sido antecedida pelo plano superior? Em que circunstâncias você recebeu o convite para atuar?
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Renato Prieto – RP: Acho sua colocação bastante poética, nem sei se tenho este merecimento todo. De qualquer maneira penso que, para ser ajudado, eu teria que fornecer material suficiente, como dedicação, e nesta parte dei o máximo possível. Quanto ao convite partiu do diretor (também adaptador) do filme, Wagner de Assis. Me senti muito honrado e trabalhei muito. |
JEA: Como foi para você o processo de laboratório de construção do personagem? Como você se preparou para atuar no papel de André Luiz?
RP: Fui treinado por Cristian Duurvoort, laboratórios, ensaios, durante uns três meses, na reta final fui ajudado também pela Rossela, o terapeuta Carlos Eduardo Goulart de Brito mais Dr. Owsvino Penna. Sempre acompanhando tudo, já que neste período precisei emagrecer 18 quilos para as cenas do umbral. Continuei comparecendo a minha reunião espírita que sempre acontece às quartas-feiras, para um aconselhando contínuo dos amigos espirituais. Para equilibrar ainda mais o espírito e o corpo, fazia acupuntura com Murilo Reis.
JEA: Houve algum aprendizado pessoal durante as filmagens? Você acredita que a sua vivência espírita esteja fortalecida após esta experiência?
RP: Aprendizado todo o tempo, precisava manter-me equilibrado, concentrado nas responsabilidades (muitas). A minha vivência espírita ajudou e muito, já que tinha conhecimento do assunto que estudo e continuarei estudando pela eternidade afora...
JEA: Existe alguma informação sobre se o diretor e a produção do filme têm intenção de dar continuidade às obras de André Luiz no cinema, filmando Os mensageiros e os demais?
RP: Não tenho dúvidas que com Nosso Lar fazendo uma bela carreira e sucesso Wagner de Assis, Iafa Britz (produtora) e a própria federação na pessoa do Sr. Nestor Mazzoti vão dar continuidade sim, mas pense, agora é nossa responsabilidade ajudar na divulgação espalhando esta boa nova.
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JEA: Qual a sua expectativa em relação à recepção desse filme, no âmbito material, considerando a repercussão positiva que a adaptação de obras espíritas têm tido na mídia, mais recentemente com o filme Chico Xavier, mas também no âmbito espiritual? |
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RP: Estou na torcida e estarei ajudando no todo para muitos comparecerem aos cinemas para assistir Nosso Lar, que com certeza irá mudar para melhor a vida de muitos. É chegada a hora... que todos compareçam a este belo banquete de amor ao próximo.
O Jornal Evangelho e Ação agradece muito a Renato Prieto suas singelas palavras, rogando a Jesus que abençoe seu trabalho e que nossos leitores possam se sentir convidados a assistir essa produção cinematográfica que, certamente, será um bálsamo de luz aos nossos corações!
Mutirão da MEJA
Guiados pela vibração amiga dos mentores da FEIG que certamente emitiram ondas de amor e fraternidade para todos os envolvidos naquele trabalho, os jovens da MEJA – Mocidade Espírita Joanna de Ângelis, amigos, familiares e tarefeiros da Casa de Glacus se uniram mais uma vez para ajudar o Bazar da Fundação na manhã de 04 de julho.
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Durante todo o ano a FEIG recebe muitas doações que, por falta de pessoal para organizá-las, ficam estacionadas em algumas salas da Fundação. O objetivo do Mutirão da Mocidade foi o de mobilizar os jovens para ajudar a equipe do Bazar a separar e armazenar essas doações de maneira adequada.
O primeiro mutirão foi organizado pela equipe da MEJA no dia 22 de março de 2010. Os resultados foram tão positivos, mesmo debaixo de chuva, que os jovens resolveram repetir a dose. Sem chuva, desta vez, e com a experiência do primeiro mutirão, o trabalho foi mais proveitoso. De acordo com a coordenação do Bazar, o segundo mutirão da Mocidade conseguiu adiantar o trabalho de um mês que a equipe de organização da Fundação gastaria para fazer.
Os 64 voluntários selecionaram com rapidez o grande número de doações que chegam à FEIG. A prioridade dessas doações é atender aos assistidos da Fraternidade, sendo vendidas as peças excedentes, e a renda é toda revertida para as obras assistenciais da Casa.
Dessa forma, foram organizadas para a “boutique” 1.550 peças de roupas. Para a banca do Bazar da Pechincha, com preços mais enxutos, a equipe separou 7.025 peças de roupas e 118 calçados. Além disso, foram separadas ainda 2.000 peças de roupas usadas para doação a outras instituições.
A equipe da MEJA pretende ajudar com o mutirão uma vez por ano. Para participar no mutirão de julho, os jovens se inscreveram pessoalmente no encontro vespertino de todo sábado que a Mocidade promove na FEIG ou enviaram um e-mail para a MEJA, informando o interesse. Assim, foi possível trabalhar a logística do lanche e transporte para todos.
Que Jesus continue abençoando o trabalho de nossos jovens e tarefeiros!
Hospital Espírita André Luiz
Construído por determinação da espiritualidade, e idealizado para ser um hospital geral, com o advento da Segunda Guerra Mundial e com o aumento das necessidades, o Hospital Espírita André Luiz encaminhou-se para se tornar um hospital psiquiátrico. Fundado em 25 de dezembro de 1949 pelo Grupo Espírita da Fraternidade, foi um grande desafio proposto aos encarnados, uma vez que, quando da orientação recebida, sequer o terreno físico para sua construção existia. O HEAL é uma instituição hospitalar filantrópica com 38 anos de existência.
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Atualmente são atendidos pacientes com transtorno mental ou dependência química de álcool e drogas.
Os princípios dessa abnegada instituição pautam-se sobretudo na caridade, sem distinção de credo, cor, raça. O Hospital respeita as convicções religiosas dos enfermos. Seu corpo clínico é composto por funcionários contratados, dentre eles assistentes sociais, enfermeiros, técnicos de enfermagem, terapeutas, psicólogos e psiquiatras. No entanto, os voluntários são de fundamental importância para a continuidade deste trabalho, pois dão sustentação ao trabalho, sem eles os encargos financeiros seriam muito altos para a instituição. O HEAL conta com 150 leitos, dentre eles enfermarias e quartos individuais, e cerca de 150 funcionários e 200 voluntários.
A linha de atendimento é realizada nos seguintes moldes: o paciente é encaminhado ao ambulatório quando chega, e geralmente um psiquiatra define o tratamento adequado (se haverá necessidade de internação ou não). Uma assistente social começa a trabalhar junto à família e ao paciente, auxiliando a adaptação deste. No caso de dependente químico, o atendimento é feito da mesma forma, no entanto, após os primeiros dias de desintoxicação, o paciente é submetido a uma série de terapias de modo a ficar mais integrado.
O HEAL possui um Departamento de Assistência Espiritual – DAE que ampara ao paciente com um tratamento espiritual paralelo à medicina convencional, por meio de palestras, cultos diários, leituras edificantes etc., salientando-se que esse tratamento é opcional.
O Hospital admite parcerias com casas espíritas, e várias já participam de seu grupo de associados. A direção pede que as casas espíritas divulguem e encaminhem as pessoas. O endereço é Rua Úrsula Paulino, n. 7, Salgado Filho, BH. O telefone para contato é (31)3115-2600, e o site, www.heal.org.br.
Reunião de 3° domingo/convívio espiritual / Julho 2010
No dia 18 de julho de 2010, realizou-se, na Fundação Espírita Irmão Glacus, a reunião de convívio espiritual. Iniciou-se com o estudo de Emmanuel sobre o Cristianismo. De sua mensagem fica que precisamos ser mais que benevolentes, devemos ser benignos. Precisamos ter sempre o sentimento de gratidão e retribuir ao cristianismo um pouco do que essa religião nos proporcionou. E o espiritismo nos convida a servir: trata-se do convite para sair da vaidade, do orgulho. Fazemos parte do grupo filosófico, religioso e científico que se intitula Fraternidade Espírita Irmão Glacus, e nos encontramos reunidos neste planeta governado pelo Mestre Jesus. Fica a lição para que possamos vasculhar nossa alma com a mensagem de Emmanuel, lembrando sempre que nosso Mentor Glacus preza a união entre os irmãos.
Em suas palavras de afeto e gratidão, o irmão Eric Wagner nos diz que a tarefa que desempenhamos na casa espírita é uma oportunidade dada pela misericórdia divina, para a qual necessitamos todos nós do espiritismo, encarnados e desencarnados, lado a lado, nos esforçando no trabalho com o bem. Os amigos espirituais não avançam se os irmãos encarnados não se dedicam fraternalmente em sua reforma íntima. A condição de espírito encarnado é a oportunidade de lapidar a condição moral, na labuta da Terra. Eric nos disse ainda:
“Como irmãos no caminho da misericórdia divina, muito podemos realizar pelo próximo, quando estamos na seara cristã espírita. Unamo-nos sempre. Todos nós, na tarefa da casa espírita, quando necessário, devemos lançar mão do silêncio na hora de manifestar nosso ponto de vista, pois precisamos criar pontes com o mais elevado. A lei de ação e reação nos acorre sempre. Continuemos, como Alan Kardec nos retratou, ao dizer que se reconhecem os espíritas pelo muito que se amam e pelo esforço que empenham em dominar as más inclinações. O Cristo não busca pessoas perfeitas, pois elas não existem, mas sim pessoas dispostas a trabalhar.
Não deixemos que nosso ego domine nosso coração e nossa mente. Estejamos dispostos ao aprendizado com Cristo. E assim continuaremos muito a realizar, pois a obra não nos pertence, mas ao Cristo. Se não estivermos dispostos à renovação íntima, outros tomarão as decisões que nos pertencem. Não fiquemos à margem. Nós, irmãos espirituais, buscaremos esforços para estimular nossos irmãos que querem continuar.”
Nosso querido irmão Glacus iniciou sua fala rogando que Jesus continue com seu olhar doce sobre nós, para que possamos ser sempre dignos da misericórdia divina. “A oportunidade de redenção para nosso espírito é o nosso presente, pois o ontem já não mais nos pertence, mas o presente sim, quando nos permitimos ser tocados pela doutrina do Cristo, ainda mais à luz da doutrina espírita. Confiemos nas bem-aventuranças que Ele nos deixou. Confiemos uns nos outros; as nossas divergências pessoais não podem ser pretexto para abandonarmos uns aos outros, ao contrário, são a chance de nos conhecermos.
Se exercermos com simplicidade a mensagem, entenderemos por que passamos por certas situações, então valorizaremos o que estamos vivendo. Somos ainda criaturas falíveis, mas temos o potencial para a divindade e precisamos despertar o mais breve possível, pois quando formos chamados a prestar contas, que tenhamos a serenidade do dever cumprido.”
Em sua alegre contribuição, o irmão Palminha nos lembrou que somos nós quem construímos as oportunidades: “A obra sempre edifica, pois, no trabalho, ocupamos nossa mente e nosso coração, e o orgulho fala menos. O silêncio é a caridade, que muito auxilia não só a outrem, mas a nós mesmos. Estamos, como sempre, a postos, dando a nossa contribuição, e as coisas acontecem naturalmente, não por mágica, mas pelo esforço de cada um.” Ao referir-se ao coral da Fundação, o irmão disse que a musicalidade retempera nossos espíritos, e a espiritualidade, durante a reunião, recolhe muitos fluidos que beneficiam não apenas aos presentes, mas a todos os que precisam. Reúne-se um bando de fluidos, para a necessidade de cada um, para que ninguém saia do encontro “de caneco vazio”.
Solicitando a bênção de Jesus para todos, nosso irmão Jacques Aboab manifestou sua alegria em se encontrar mais uma vez com os irmãos na Fundação. Ele nos lembrou que devemos, cada vez mais, compreender uns aos outros, para que nosso trabalho dentro da Fraternidade seja muito bem feito, com amor no coração. Para tal, devemos todos aprimorar sentimentos de amor, fraternidade, respeito ao próximo, ajuda aos mais necessitados, que, muitas vezes, somos nós mesmos. Somos todos espíritos milenares, viemos de muito longe, e nos encontramos, aqui, sob o céu do Brasil, tendo Deus como Pai e Jesus como nosso irmão maior. A oportunidade aconchega uns aos outros. “Em frente, não desanimem, pois a nossa Fraternidade precisa de cada um de nós.”
Bastante feliz por deparar-se com a casa cheia, o irmão José Grosso nos conclamou a caminharmos com determinação e amor no coração. Ele nos disse que, às vezes, na existência carnal, a dor bate à nossa porta, mas não podemos desanimar. Estamos encarnados num mundo de provas e expiações, em função do sofrimento que cada um de nós criou no passado. A reencarnação é a oportunidade para nosso crescimento, por isso, não deixemos passar. “A nossa Fraternidade Espírita Irmão Glacus abraça todos vocês com muito amor e a todos os que ainda chegarão. Somos um grupo, uma família, a família do irmão Glacus. Aquelas mãezinhas, que estão passando por provações com seus filhos, não desanimem, não abandonem a tarefa espírita, porque poderia ser pior sem ela. Como sabemos do nosso campo de ação, a doença do século é a depressão, a ansiedade. É Deus condenando? Não. Essas doenças são obra de cada um de nós, quando não abrimos nosso coração para o Evangelho, quando ficamos em casa inertes. Temos que olhar por nossos irmãos, e, muitas vezes para isso, precisamos estar na casa espírita, onde há o Evangelho e as obras de Kardec. Deus é amor e nos perdoa constantemente. Nós, os espíritos, estaremos ombro a ombro com vocês em todos esses momentos, alegres ou tristes. Amem a nossa Fraternidade e a nossa Fundação. Agradecemos aos tarefeiros da Fundação, do Colégio Rubens Romanelli, da creche, e pedimos a cada um deles que permaneçam no caminho. Educadores, professores, a responsabilidade de amar essas criancinhas foi firmada quando deixaram a pátria espiritual.”
Com afeto, o irmão Otto nos chamou a atenção para o fato de que a palavra amor foi proferida muitas vezes durante a reunião, assim como a palavra benignidade. Ele explica que esse fato se dá em função de que já possuímos idade espiritual suficiente para entendermos que colheremos o que semearmos, e que aquelas vibrações – felizes ou não – que emitirmos aos nossos irmãos voltarão para nós, por isso somos responsáveis por elas.
“Que possamos ser mais indulgentes, perdoar mais, reconhecermos que também erramos, que nosso semelhante pode cair também e que Deus nosso Pai e Jesus nosso Mestre, assim como na Parábola do filho pródigo, sempre estarão nos auxiliando. O receituário, por exemplo, traz indicações de boas obras e de pensamentos elevados. Temos a tarefa espírita, que educa e edifica.
Agradeçamos, pois, por pior que sejam nossos problemas, temos irmãos que têm mais dificuldade que nós. Procuremos agir com amor, benignidade, esperança, paciência. Consangüíneos ou não, somos todos irmãos em Cristo. Estamos todos sedentos de paz. Ao levantar todas as manhãs, que possamos agradecer, sempre perseverantes, firmes no propósito de amparar, pois somos felizes porque trazemos a certeza da vida maior, da imortalidade. E, ainda, que se intensifique em nossos corações que Deus ampara cada um de nós e que ninguém está só.”
Com sua presença maternal, a irmã Meimei disse a todos que se sentissem muito abraçados, principalmente naquele dia, em que não havia nem lugar para todos se sentarem. Isso significa que as pessoas estão buscando o amor de Cristo, valorizando a vida espiritual.
Especificamente nesse terceiro domingo de julho, a espiritualidade amiga foi percebendo, à medida que as pessoas foram chegando, que havia muitos corações angustiados, entre eles, muitos corações maternos, o que a fez modificar suas palavras. “O ambiente da reunião é tratado para o fim a que se propõe, sendo que todos recebem vibrações de paciência, paz, tolerância, principalmente quem tem fé. Cada um, na medida da sua fé, do seu merecimento. Essas vibrações são capazes de curar, então, que todos possam deixar seus problemas do lado de fora e participar desse banquete espiritual. Para prolongar essas vibrações, que todos voltem a seus lares, que façam uma prece todos os dias e tentem ser mais tolerantes com seus irmãos. Essas vibrações tratarão não só vocês, mas todos que visitarem a sua casa, tamanho é o amor de Cristo.”
Para as mãezinhas, a Mentora explicou que há toda uma equipe para ajudá-las. Todas as mães foram trabalhadas para receber os filhos que têm, sendo que possuem tudo o que precisam para torná-los homens de bem. A sala de reuniões foi preparada para receber a todos os que precisam, mas houve um preparo, em especial, para as mães. “Que todas possam receber e aproveitar o trabalho que foi cuidadosamente elaborado para elas. Sempre que o desânimo quiser fazer morada em nós, que possamos expulsá-lo sempre, pois Deus sempre nos oferece os recursos necessários para seguir.”
Para encerrar a rica reunião de julho, nosso emocionado irmão Pedro de Camargo traçou um paralelo entre os ensinamentos e a vida do homem contemporâneo. “A todos que têm acesso aos computadores, que enviam e-mail e que falam ao telefone, lembremos que estamos todos em rede. De forma paralela, a espiritualidade entra em contato com vocês. Enviamos e-mail e conversamos. Como diria Chico Xavier, é possível que o telefone só toca de lá pra cá. Seria possível, então, nós desencarnados, recebermos “e-mail” dos encarnados? Seria. Mas seria conveniente, benéfico? Inicialmente não. Imaginem qualquer pessoa que sentar em seu computador, enviar uma mensagem para seu pai falecido, contando sobre as dificuldades que tem passado. Isso causaria um caos.
Jesus, nosso governador do planeta, quando recebe uma mensagem, não há necessidade de computador, é instantâneo. Hoje, em Belo Horizonte, temos um servidor, que é nosso querido Glacus. Não precisamos de aparelhos, pois temos antenas com “wireless”, que são os médiuns. A telepatia é uma realidade. Quando um espírito aproxima-se de uma casa espírita, é catalogado o que é denominado de DNA espiritual. Cada vez que avançamos, esse DNA é acrescido, para contribuir para sua conquista espiritual. Por meio desse recurso, junto a um banco de fluidos, é que se torna possível levar esperança aos presídios.
Assim, estamos em rede conectados, não deixemos que nossas máquinas sofram a invasão de vírus, como vingança, por exemplo. Tenhamos a paz e a caridade como base. Caridade, antes de tudo. Antes de qualquer ação ou decisão, lembrem-se desse fundamento da nossa Fraternidade. Sobretudo, com disciplina e organização. Que permaneça a vontade de Jesus. Mediante o exemplo, vamos amar, ensinar, perdoar, ter esperança, pois o amor do Cristo nos uniu como pérolas em cordão de esperança.
Ao final, reunimos vasto material para análise, processamento e para a atividade particular de cada um. Quantos pensamentos foram aqui reelaborados, direcionados pela palavra. Gostaríamos de lembrar que o pensamento é elaborado com base em pensamentos anteriores, daí decorre a evolução do espírito, cujo pensamento remonta a sermos simples em nossa natureza. É sempre bom analisar o que assistimos, lemos e comentamos, pois não creiam que há saúde em comentar o infortúnio alheio; nunca haverá alegria na vida daquele que tem prazer nessas leituras. ‘Onde está seu tesouro, lá estará seu coração.’ É por isso que a religião faz bem para algumas pessoas e essa reunião faz bem para todos os presentes.
Pense diferente e você viverá diferente. Pense na mensagem cristã, pois cada vez que você vivenciá-la, você será mais feliz. Que essas horas aqui passadas sejam edificantes.”
100 ANOS CHICO XAVIER
EXPOSIÇÃO SOBRE A VIDA DO MÉDIUM MINEIRO

Do dia 13 de julho a 1° de agosto, mais de 4000 pessoas tiveram a oportunidade de visitar as obras do artista plástico Napoleão Figueiredo, na Galeria Arlinda Corrêa Lima – Palácio das Artes, que retratam a vida do maior médium espírita brasileiro: Francisco Cândido Xavier (1910 – 2002). A exposição, que reuniu 38 telas a óleo de personagens e fatos marcantes da história de Chico Xavier, foi uma realização da União Espírita Mineira e Versátil Vídeo Spirite como forma de homenagear o primeiro centenário de nascimento do médium.
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Dentre as obras retratadas estão momentos da infância de Chico nos quais presenciou a aparição de sua mãe já desencarnada, além de retratos dos mentores espirituais e amigos do médium que muito contribuíram para a orientação de seus trabalhos mediúnicos e para a divulgação do Movimento Espírita Brasileiro. Exemplo de amor e bondade, Chico ajudou milhares de pessoas com suas palavras de consolo e seu exemplo de humildade, transmitindo esperança na certeza da vida após a morte.
Colaboração: Janaína Magalhães
Reunião de 3° domingo/Convívio espiritual
Comentário sobre leitura de Emmanuel
A reunião do terceiro domingo do mês de junho iniciou-se com o estudo da lição 40 – “Tempos de confiança” – do livro Caminho, verdade e vida, pelo espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier. Nessa lição, nos é colocado o questionamento: “Onde está a vossa fé?”. Quando nos vemos numa situação como uma tempestade, tal quadro nos sugere ponderações de alto alcance. Estamos falando da confiança quando tudo parece perdido, já que não é preciso exercitar o otimismo quando tudo está bem, mas sim quando somos colocados à prova, e por isso a amizade é difícil de se verificar em momentos de dificuldade. Mas é infinita a misericórdia celestial. Deus nunca nos desampara, Ele sempre nos prepara, de forma que outros obstáculos virão até que o discípulo aprenda a lidar com suas vicissitudes.
Se pensarmos nos tempos de hoje, com toda a conjuntura cultural e socioeconômica da nossa sociedade, nos indagaríamos: “Este é um tempo de confiança?” Talvez diríamos que não. Segundo Emmanuel, o tempo de confiança tem que ser construído dentro de cada um de nós, buscando a fé que habita em nossos corações e que nos fará compreender a vida, sempre acompanhada do amor que acredita. Essa é a fé raciocinada, que reflete, investiga, busca compreender mais, porque quer saber e transformar, pois é o estudo que vai abrir nossos horizontes; estudar no sentido de ler a vida, compreender os fatos que não mudam e que possuem correlação direta com a nossa existência; estudar porque temos o desejo de crescer e caminhar em direção a Ele. Somos filhos de Deus e temos em nós a marca de nosso Pai. Emmanuel nos esclarece que a fé é instrumento útil. Se pensarmos nos testemunhos dos grandes espíritos, podemos pensar que somos muito pequenos, mas temos condição de, no nosso dia a dia, dar nossos “pequenos” testemunhos. A fé é medicamento, em doses diárias, em pequenas gotas de otimismo, revisitada todos os dias, em todos os momentos.
Duas são as formas de cultivamos nosso tempo de confiança em nós mesmos: acompanhar Jesus Cristo, trazendo o Evangelho para nosso dia a dia, transportando os ensinamentos do campo intelectual para o coração; examinar a nós mesmos, pois só conhecemos a dimensão da nossa fé quando precisamos dela. Devemos, então, caminhar sempre, trabalhando nossas dificuldades e divulgando a nossa fé por meio dos nossos atos.
Relatos da espiritualidade
Nesta reunião do dia 20 de junho, especialmente, nossa espiritualidade amiga agradeceu a presença de todos, por priorizarem a alegria do espírito, a qual será guardada no coração de cada um. Foi dito pela espiritualidade que em um jogo como o que se realizou naquele dia (jogo de futebol do Brasil pela Copa do Mundo), a alegria do gol é festejada com fogos de artifício, mas que nesta reunião todos os presentes, todos que optaram pelo Cristo foram recebidos com chuvas de rosas.
Alguns pontos importantes foram levantados para reflexão no lar:
Quando pensamos, emitimos vibrações eletromagnéticas, e nos ligamos àqueles que possuem afinidades com as nossas vibrações. Assim, o que fazer para que nossos pensamentos afinizem de forma mais positiva? Devemos pensar sempre o melhor, vibrar em favor do bem, com atitudes diárias de alegria, gratidão, tolerância, indulgência. Há dias em que levantamos bem e, no decorrer, nos percebemos impacientes, intolerantes. O que fazer nesses momentos? Primeiramente, conhecer a si mesmo muito bem para distinguir o que é nosso do que captamos das ondas vibracionais. Assim, parar um minuto, respirar, para que voltemos ao nosso eixo. Aceitando as dificuldades e fortalecendo a confiança, as dificuldades passarão. Quando nos conhecemos melhor, fica mais fácil compreender e exercitar o vigiai e orai. Quando nos conhecemos melhor, fica fácil entender por que antes de vir para uma tarefa precisamos nos preparar. Como ainda não conseguimos manter nosso equilíbrio em qualquer lugar que estivermos, devemos prestar mais atenção aos lugares que freqüentamos e às ondas eletromagnéticas que nos circundam e, se elas não condizem com o que somos, devemos nos equilibrar para que essa onda se vá e continuemos nossa caminhada.
Os espíritos amigos disseram também que o espírita não pode parar no tempo, é preciso sempre estudar o Livro dos espíritos, o Livro dos médiuns, o Evangelho. Sempre é recomendada nos receituários a leitura de livros como Evolução em dois mundos, A caminho da luz, pois é importante que os espíritas despertem. Fraternidade, caridade, compaixão: o espírita que não tem condições de vivenciar isso ainda tem muito o que aprender, mas, mais cedo ou mais tarde, todos compreenderão o verdadeiro espiritismo.
Foi salientado também que a visita aos lares e hospitais é um dos pilares da nossa Fraternidade, e foi pedida muita disciplina às nossas equipes.
Dessa forma, pode-se dizer que o cerne da reunião foi o despertar do espírito, pois na fala de nossos mentores amigos isso transpareceu o tempo todo. A Fraternidade Espírita Irmão Glacus é uma grande família, em que todos devem se amar e se perdoar, se compreender e se ajudar. Se um irmão errou, vamos corrigir, ensinar, pois é assim que Deus faz conosco por meio da oportunidade da reencarnação. Procuremos nos aprimorar cada vez mais, trabalhando com amor e dedicação, ajudando a caminhar para Jesus. Cuidemos bem da nossa Fraternidade e da Fundação, pois elas são celeiro de trabalho e paz. Que Jesus nos ilumine e intua para que possamos realizar tudo aquilo que nos é necessário!
Colaboração: Márcia Romano
Forró da FEIG bate seu próprio record de animação
Aconteceu no dia 19 de junho mais um forró animadíssimo da Fraternidade Espírita Irmão Glacus. Nem o frio conseguiu baixar a temperatura elevada pelo calor humano dos participantes e voluntários da festa. Além dos cartazes e bandeirinhas doados e feitos pelos próprios alunos e seus familiares, o pátio do Colégio Espírita Rubens Costa Romanelli foi enfeitado com um colorido todo especial. O diferencial deste ano foi o tema e as cores da copa do mundo 2010.
As barraquinhas já estavam prontas desde as 13 horas esperando o forró começar. O bazar deste ano também merece atenção, já que assim que iniciou a festa as pessoas já faziam fila na porta para comprar os mais variados objetos, desde roupas a utensílios domésticos, tudo novo, a preços bem acessíveis.
Ao som de muita música junina, as quadrilhas começaram pelas crianças do Centro de Educação Infantil Irmão José Grosso, passaram pela dança da copa do Mundo com os alunos do ensino fundamental do Colégio Rubens Romanelli e fecharam com os jovens do ensino médio. O trabalho dos tarefeiros e amigos abnegados dos dois planos da vida é que fez o Forró da FEIG bater o seu record de animação, comprometimento, dedicação, união, humildade, caridade e amor!
Colaboração: Janaína Magalhães e Keila Brenda
Seminário Culto do Evangelho no Lar
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No dia 13/06 aconteceu na FEIG o Seminário sobre Culto do Evangelho no Lar. O expositor Marcelo Orsini iniciou sua abordagem falando sobre nosso universo interior e o discernimento necessário que deve guiar nossas ações e pensamentos. Justamente da conveniência de “vigiarmos” constantemente vem a necessidade do estudo do Evangelho de Jesus, que é uma referência em nossas vidas. Estudo + reflexão + ação seria a tríade imprescindível neste processo de burilamento interior. No caso da vida em família, é necessário um esforço ainda maior para nos afinizarmos com aquelas criaturas que conosco convivem devido a uma programação espiritual precedente. Por isso, é aconselhável que não adiemos compromissos imprescindíveis com o outro e conosco mesmos.
Após essa introdução, o palestrante falou sobre a metodologia espírita para estudar o Evangelho no lar, que consiste em interromper nossa vida diária para tratar das coisas de Deus, em conjunto com aqueles familiares que assim o desejarem, ou mesmo individualmente, buscando obedecer ao ensinamento do Cristo que pede que nos transformemos. Quanto à preparação, no dia da realização do culto no lar (lembrando que o dia e o horário devem ser sempre os mesmos, de modo disciplinado), é necessário organizarmos os livros que vamos utilizar (o Evangelho e uma leitura subsidiária, das obras de Chico Xavier, por exemplo), a água que será fluidificada e, sobretudo, o nosso campo íntimo, dizendo-nos ao longo deste dia: “Hoje é dia de culto”. Isso significa não nos envolvermos em contendas, não cultivarmos maus pensamentos, enfim, fazermos uma assepsia moral. É importante ter a consciência de que os espíritos contam conosco, pois, conforme relatos da própria espiritualidade, muitas vezes os lares se transformam em posto de socorro não somente para os encarnados, mas também para os espíritos que conosco participam.
Depois da exposição, dois adolescentes da Mocidade da FEIG apresentaram um número teatral a respeito da prece, do culto no lar e da influência dos espíritos. Em seguida, foi lida uma mensagem do livro Luz no lar a respeito da importância do Culto no Lar e como abrange também os lares ao redor de onde é realizado.
IX SEMINÁRIO SOBRE A MEDIUNIDADE
O Espiritismo situa o trato com o fenômeno mediúnico em tarefa da mais alta responsabilidade. É sabido que a mediunidade não é uma exclusividade dos espíritas, estando presente em toda a humanidade, em todas as épocas de sua história. Todavia, o advento da Doutrina dos Espíritos lhe conferiu o devido lugar, na pauta das atividades a serviço do Cristo, uma vez que por seu intermédio é possível não apenas receber instruções de entidades superiores, como ainda manter contato com irmãos desencarnados carentes de orientação e de consolo.

O Departamento Mediúnico da Fraternidade Espírita Irmão Glacus, ciente de seu papel tutorial para com os médiuns da instituição, tem atuado em várias frentes no sentido de promover o desenvolvimento e a educação da faculdade mediúnica dos seus mais de duzentos colaboradores, sempre evidenciando a necessidade do preceito mediunidade com Jesus, que pressupõe a disciplina da sua prática em ambiente seguro, o estudo sistematizado do Espiritismo e do Evangelho e a vida moral equilibrada do médium.
Por motivos tão relevantes como esses, periodicamente são promovidos encontros com os médiuns da Casa, oportunidade para convívio, debates e estudos da mediunidade, visando a unificação do exercício mediúnico dentro do modelo mais apropriado e o estímulo aos integrantes deste grupo, muitos deles ainda jovens, para que perseverem com segurança os seus objetivos mais nobres.
Sendo assim, no mês de abril foi realizado na FEIG o IX Seminário sobre Mediunidade, cujo tema central foi “Importância do Estudo e do Trabalho para o Médium”, com base no livro Consciência e Mediunidade, publicado pelo Projeto Manoel Philomeno de Miranda. O expositor convidado foi Wagner Gomes da Paixão, que abordou o assunto com muita propriedade, cuja palestra foi registrada e pode ser reproduzida em duas partes no sítio Espiritismo BH (www.espiritismobh.net).
Com eventos deste tipo, a FEIG objetiva dar a sua contribuição para a formação de médiuns plenamente alinhados com a boa prática mediúnica, segundo o Espiritismo, que presume a atuação consciente e humilde do intermediário dos espíritos, sem personalismos, com total dedicação ao estudo, à sua formação moral e à caridade desinteressada.
III CONGRESSO ESPÍRITA BRASILEIRO
MEDIUNIDADE E CARIDADE COM JESUS E KARDEC
100 ANOS – CHICO XAVIER
Nos dias 16, 17 e 18 de abril de 2010, aproximadamente cinco mil pessoas se reuniram em Brasília, Planalto Central, a fim de homenagear os Cem Anos de Nascimento de Francisco Cândido Xavier, com o tema: Mediunidade e Caridade com Jesus e Kardec.
Graças à iniciativa e ao trabalho inolvidável da Federação Espírita Brasileira, o evento contou com a participação de inúmeros artistas, oradores de renome dentro do Movimento Espírita, bem como amigos e parentes do médium mineiro.
Nesses três dias consecutivos, uma mistura de alegria, paz, tranqüilidade e, sobretudo, amor, impulsionou as atividades do III Congresso Espírita Brasileiro, desde a abertura oficial com a presença de autoridades governamentais, inclusive o Vice-Presidente da República, José de Alencar, até o último dia com um coral de 300 vozes exortou a passagem de Chico na Terra, antes da palestra final do orador e médium baiano, Divaldo Pereira Franco, que versou sobre o tema: Chico Xavier – O Mensageiro da Paz.
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Durante o Congresso, além dos muitos estudos sobre a Doutrina Espírita e os exemplos legados pelo homenageado, houve o lançamento de diversas peças alusivas ao Centenário de Chico: o selo, lançado pelos Correios, a moeda, cunhada pela Casa da Moeda do Brasil, camisetas, canecas, bolsas, pastas, livros, CDs e DVDs, homenageando merecidamente o nosso querido Chico Amor Xavier.
Estivemos presentes e tivemos a grata satisfação de entrevistar diversos confrades que trouxeram suas impressões, suas experiências, seus conhecimentos acerca do venerando apóstolo da mediunidade.
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“É gratificante ver que a Casa Mater do Espiritismo no Brasil está levando Chico Xavier para o povo brasileiro. (...) porque Chico Xavier era do povo, vai ser do povo pela vida toda, a exemplo de Jesus”. – Eurípedes Higino dos Reis – filho do coração de Francisco Cândido Xavier. |
“É gratificante ver que a Casa Mater do Espiritismo no Brasil está levando Chico Xavier para o povo brasileiro. (...) porque Chico Xavier era do povo, vai ser do povo pela vida toda, a exemplo de Jesus”. – Eurípedes Higino dos Reis – filho do coração de Francisco Cândido Xavier.
Na solenidade de abertura, o Vice-Presidente da República assumiu a tribuna e relembrou notável frase de Cervantes: “A humildade é a mais importante de todas as virtudes e tão importante que, sem ela, não há virtude que o seja”.
Marival Veloso
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José de Alencar
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E arrematou:
“Chico Xavier era a própria humildade, daí a razão pela qual ele alcançou toda essa grandeza nacional”. José de Alencar – Vice-Presidente da República.
O Presidente da União Espírita Mineira esteve presente todo o evento e realizou conferência no dia 17 de abril de 2010 cujo tema foi: A Poesia Mediúnica na Obra Psicografada por Chico Xavier, ocasião em que o dedicado irmão declamou, emocionado, duas belíssimas poesias de Castro Alves, uma escrita antes e a outra escrita após o seu desencarne.
Em entrevista, ele teve oportunidade de asseverar:
“Eu acredito que a frase que define o Chico é curtinha: Amor – Um homem chamado Amor. Isso resume tudo”. Marival Veloso de Matos – Presidente da União Espírita Mineira.
Os congressistas ficaram entusiasmados quando, na noite de sexta-feira, no dia 16 de abril de 2010, foi exibido o making-off e o trailler do filme Nosso Lar com a presença de diversos artistas, inclusive de Renato Prieto, que interpreta André Luiz na película cinematográfica.
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Iafia Britz |
Banner filme Nosso Lar |
Com previsão para o lançamento no dia 03 de setembro de 2010, a produtora do filme Iafia Britz afirmou emocionada: “O filme já está gravado, mas passamos à segunda fase, que é a de levar essa obra para o público. Vocês fazem parte da nossa equipe (...). E gostaria de pedir a todos vocês que fossem células multiplicadoras dessa mensagem de esperança que nós queremos levar para todo o Brasil e, se Deus quiser, para todo o Mundo”. Iafia Britz – produtora do filme Nosso Lar.
Dentre as apresentações musicais tivemos o prazer de escutar Nando Cordel, renomado artista brasileiro, compositor de belíssimas canções muito conhecidas no mercado fonográfico nacional e televisivo. Espírita, Nando trouxe sua valiosa contribuição, tocando os nossos corações com mensagens de cunho evangélico-doutrinário entoadas em suas canções.
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Nando Cordel |
Raul Teixeira |
Raul Teixeira, orador e médium espírita, asseverou: “a postura de Chico que mais me marcou é quando ele afirma que era um mensageiro dos Espíritos, uma amanuência dos Espíritos. Quando Chico diz isso, ele exprime toda a sua simplicidade”. Raul Teixeira – orador e médium espírita.
Como era de se esperar, naquele evento grandioso, que mais de 10 milhões de expectadores tiveram oportunidade de acompanhar ao vivo pela TV CEI - (www.tvcei.com) - em parceria com diversas emissoras em 120 países, o homenageado não poderia faltar.
Segundo médiuns videntes integrantes da direção do evento, Chico foi visto por várias vezes, durante o Congresso, não só no Salão principal, mas nos corredores do Centro de Convenções Ulisses Guimarães, transmitindo a sua gratidão aos congressistas.
Para abrilhantar o evento, o médium mineiro Wagner Gomes da Paixão serviu de instrumento para que o Cisco de Deus pudesse, durante a conferência de Raul Teixeira, enviar comovedora página:
“O Chico, que todos vocês identificam com a inalterável bondade de suas almas tão queridas, não é mais que a projeção dos potenciais que brotam, belos e imorredouros, de seus sentimentos já convertidos ao Nosso Senhor Jesus Cristo”. Pequeno trecho da mensagem ditada por Chico Xavier ao médium Wagner Gomes da Paixão.
Por fim, a Espiritualidade Maior brindou a todos com a palavra arregimentadora e unificadora de Bezerra de Menezes, por intermédio da psicofonia de Divaldo Franco, e convidou o imenso público à profunda reflexão em torno da Política e do projeto “Brasil, Coração do Mundo! Pátria do Evangelho!”, por meio de mensagem progressista do Presidente Juscelino Kubitschek, psicografada, também, pelo médium mineiro e orador espírita Wagner Gomes da Paixão.
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Por fim, a Espiritualidade Maior brindou a todos com a palavra arregimentadora e unificadora de Bezerra de Menezes, por intermédio da psicofonia de Divaldo Franco, e convidou o imenso público à profunda reflexão em torno da Política e do projeto “Brasil, Coração do Mundo! Pátria do Evangelho!”, por meio de mensagem progressista do Presidente Juscelino Kubitschek, psicografada, também, pelo médium mineiro e orador espírita Wagner Gomes da Paixão. |
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Após quatro dias de trabalho, imersos em intensas vibrações de paz, de amor e de muito aprendizado doutrinário, colhemos inúmeras entrevistas, fotos e diversos depoimentos, artigos que, posteriormente, serão enfeixados em um livro. E pelo apoio recebido, gostaríamos de agradecer, penhoradamente, à Equipe de Imprensa da Federação Espírita Brasileira, especialmente a Geraldo Campetti, a Mayara Paz e a Ana Morelli, que nos receberam de forma acolhedora e fraterna, dando-nos o suporte necessário para que a nossa cobertura transcorresse bem.
Esperamos que o caro internauta tenha tido uma visão panorâmica daquele evento magnífico e possa ter viajado conosco nestas linhas, que pretendeu dar continuidade à inesquecível homenagem dirigida pela FEB, no Planalto Central, a Francisco Cândido Xavier.
Muita paz!
Wellerson Santos
Fotografia:
Lincoln Junio de Oliveira Macedo
Charles Alexandre Simões Pires

A reunião de convívio espiritual deste mês de maio iniciou-se com uma homenagem do Departamento Artístico às mães. Embalados pelo som harmonioso do grupo musical, foram ditas mensagens de amor e esperança aos presentes. Mensagens estas que nos exortaram a não desanimar, a prosseguir, apesar das dificuldades, amparando-nos no exemplo do nosso Mestre Jesus.
Várias reflexões foram feitas sobre o papel grandioso de sermos pais, mães e filhos: o que temos feito para honrar nossos pais? Que exemplo temos dado aos nossos filhos? Nesse momento vem a lembrança da Mãe Maior, símbolo de força, fé e amor incondicional, Maria, mãe de Jesus. Aquela que, apesar de todas as dificuldades e sofrimento, amparou seu filho durante toda a trajetória terrena e a quem nos dirigimos com toda a humildade e rogamos pelas suas bênçãos de luz.
Com as mensagens trazidas pelos espíritos amigos da FEIG, percebemos o amparo de todos eles e o quão importante é o papel de cada um de nós nas tarefas da Casa. Somos o tempo todo chamados à caridade, a “servir uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu”, tendo Jesus “como nossa bússola para o crescimento espiritual”.
O convite de “levantar e renovar-se intimamente”, que nos traz o espiritismo, nos é feito diariamente, seja no seio de nossa família, ao nos relacionarmos com nosso próximo com paciência e perdão das ofensas, seja não nos melindrando com facilidade, não julgando, e aceitando o outro como ele é.
São Paulo, que compreendeu tão profundamente o significado da caridade, nos diz: “Se eu falar as línguas dos anjos; se tiver o dom de profecia, e penetrar todos os mistérios; se tiver toda a fé possível, a ponto de transportar montanhas, mas não tiver caridade, nada sou.”
Sejamos, portanto, caridosos com nosso próximo e continuemos avançando rumo ao bem. Avante, irmãos!!!
Colaboração: Janaína Magalhães
Influenciações espirituais sutis
Sempre que você experimente um estado de espírito tendente ao derrotismo, perdurado há várias horas, sem causa orgânica ou moral de destaque, avente a hipótese de uma influenciação espiritual sutil.
Seja claro consigo para auxiliar os Mentores Espirituais a socorrer você. Essa é a verdadeira ocasião de humildade, da prece, do passe.
Dentre os fatores que mais revelam essa condição da alma, incluem-se:
- dificuldade de concentrar idéias em motivos otimistas;
- ausência de ambiente íntimo para elevar sentimentos em oração ou concentrar-se em leitura edificante;
- indisposição inexplicável, tristeza sem razão aparente e pressentimentos de desastres imediatos
- aborrecimentos imanifestos por não encontrar semelhantes ou assuntos sobre quem ou o que descarregá-los;
- pessimismos sub-reptícios, irritações surdas, queixas, exageros de sensibilidade e aptidão a condenar quem não tem culpa;
- interpretação forçada de fatos e atitudes suas ou dos outros, que você sabe não corresponder à realidade;
hiperemotividade ou depressão raiando na iminência de pranto;
- ânsia de investir-se no papel de vítima ou de tomar uma posição absurda de automartírio;
- teimosia em não aceitar, para você mesmo, que haja influenciação espiritual para consigo, mas passados minutos ou horas do acontecimento, vêm-lhe a mudança de impulsos, o arrependimento, a recomposição do tom mental e, não raro, a constatação de que é tarde para desfazer o erro consumado.
São sempre acompanhamentos discretos e eventuais por parte do desencarnado e imperceptíveis ao encarnado pela finura do processo.
O Espírito pode estar tão inconsciente de seus atos que os efeitos negativos se fazem sentir como se fossem desenvolvidos pela própria pessoa.
Quando o influenciador é consciente, a ocorrência é preparada com antecedência e meticulosidade, às vezes, dias e semanas antes do sorrateiro assalto, marcado para a oportunidade de encontro em perspectiva, conversação, recebimento de carta clímax de negócio ou crise imprevista de serviço.
Não se sabe o que tem causado maior dano à Humanidade: se as obsessões espetaculares, individuais e coletivas, que todos percebem e ajudam a desfazer ou isolar, ou se essas meio-obsessões de quase obsidiados, despercebidas, contudo bem mais frequentes, que minam as energias de uma só criatura incauta, mas influenciando o roteiro de legiões de outras. Quantas desavenças, separações e fracassos não surgem assim?
Estude em sua existência se nessa última quinzena você não esteve em alguma circunstância com características de influenciação espiritual sutil. Estude e ajude a você mesmo.
(De Estude e Viva, de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz)

Ao som de boa música e motivados pela vontade de ajudar, uma “colméia” de 90 operários da paz realizaram o 12º Café Colonial da Fraternidade Espírita Irmão Glacus (FEIG). O evento ocorreu no dia 28 de março, no Clube dos Oficiais da Polícia Militar, no bairro Prado, em Belo Horizonte, e contou com a participação de 700 convidados – todos os convites vendidos.
Tudo o que foi servido – variedades de tortas, biscoitos, frios, sucos, chás e cafés – foi fruto de doação por parte dos colaboradores da FEIG. O Bazar de Novos, que vem sendo realizado junto ao Café há 10 anos, é uma atração à parte, oferecendo roupas, artigos de presentes e de utilidades domésticas a preços simbólicos. Os recursos totais arrecadados pelo evento são destinados às obras sociais da Casa, sendo que os lucros do Bazar, o qual foi criado apenas como atrativo para o evento, hoje representam cerca de 50% do montante. Os produtos vendidos são doações recebidas pela Fraternidade ao longo do ano.
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O Café Colonial – junto ao Jantar Dançante e ao Forró – é um dos três eventos externos que envolvem a captação de recursos, já que tudo o que a Fraternidade realiza é por meio de doações. O importante é o carinho que os tarefeiros têm com a organização do evento, pois, assim como todas as atividades empreendidas pela Casa, tudo foi organizado por voluntários. E, a cada ano, a equipe aprende mais e se esforça para que dê tudo certo. O objetivo e a essência de eventos como o Café Colonial é contribuir para que a Fraternidade Espírita Irmão Glacus possa continuar cumprindo seu compromisso de fraternidade com o ser humano.
Colaboração: Márcia Romano
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No último sábado, dia 27/03, foi realizado um trabalho sobre higiene e cuidados com corpo físico com as crianças assistidas pela FEIG e freqüentadoras da Evangelização Infantil. Ao final das atividades, as crianças receberam um kit, doado por uma ONG de Belo Horizonte, contendo escova, creme e fio dental, sabonete, cotonete, shampoo e desodorante.
As crianças foram orientadas sobre a correta forma de utilizar seu kit e assim valorizar e cuidar bem de seu corpo físico, fundamental instrumento de nossa evolução.
A primeira edição de "O Livro dos Espíritos", era em formato grande, in-8º, com 176 páginas de texto, e apresentava o assunto distribuído em duas colunas. Quinhentas e uma perguntas e respectivas respostas estavam contidas nas três partes em que então se dividia a obra: "Doutrina Espírita", "Leis Morais", "Esperanças e Consolações". A primeira parte tem dez capítulos; a segunda, onze; e a terceira, três. Cinco páginas eram ocupadas com interessante índice alfabético das matérias, índice que nas edições seguintes foi cancelado.
"No momento de publicá-lo - diz H. Sausse (24) -, o Autor ficou muito embaraçado em resolver como o assinaria, se com o seu nome - Hippolyte Léon Denizard Rivail, ou com um pseudônimo. Sendo o seu nome muito conhecido do mundo científico, em virtude dos seus trabalhos anteriores, e podendo originar confusão, talvez mesmo prejudicar o êxito do empreendimento, ele adotou o alvitre de o assinar com o nome de Allan Kardec, nome que, segundo lhe revelara o guia, ele tivera ao tempo dos druidas."
Sausse explica, noutro lugar de sua obra, que Z..., o Espírito protetor do Professor Rivail, é quem fez a revelação acima, tendo Z... (ou Zéfiro) acrescentado que ambos viveram juntos nas Gálias, unindo-os, desde então, uma amizade que os séculos fortaleceriam ainda mais.
Foi assim que o surgimento de "O Livro dos Espíritos", fruto de revelações dos Invisíveis - "observadas, comparadas e julgadas" -, tornou duplamente histórica a data de 18 de abril de 1857, pois o nome Allan Kardec identificava o Missionário Máximo do Espiritismo, nascido no mundo dos homens com o livro divulgador da respectiva filosofia.
A crítica malévola dos adversários do Espiritismo não deixou passar sem animadversão o pseudônimo do Professor Rivail. Já em 1857, este se preocupava em prestar esclarecimentos sobre o assunto (25). O Dr. Sylvino Canuto Abreu, residente na cidade de São Paulo, possui em seus arquivos o rascunho, escrito pelo próprio punho do Codificador, de uma carta por ele dirigida a Tiedeman, em 27 de outubro de 1857, nos seguintes termos:
"Duas palavras ainda a propósito do pseudônimo. Direi primeiramente que neste assunto lancei mão de um artifício, uma vez que dentre 100 escritores há sempre 3/4 que não são conhecidos por seus nomes verdadeiros, com a só diferença de que a maior parte toma apelidos de pura fantasia, enquanto que o pseudônimo Allan Kardec guarda uma certa significação, podendo eu reivindicá-lo como próprio em nome da Doutrina. Digo mais: ele engloba todo um ensinamento cujo conhecimento por parte do público reservo-me o direito de protelar... Existe, aliás, um motivo que a tudo orienta: não tomei esta atitude sem consultar os Espíritos, uma vez que nada faço sem lhes ouvir a opinião. E isto o fiz por diversas vezes e através de diferentes médiuns, e não somente eles autorizaram esta medida, como também a aprovaram." (26)
Somente dezoito anos depois da publicação de "O Livro dos Espíritos" surgiria a oportunidade que os inimigos da Doutrina Espírita esperavam para atacar publicamente e sem rebuços a onomatópose do Codificador. A história desse ataque foi resumida em "Reformador" de dezembro de 1975, às páginas 20 e 21, donde tiramos os seguintes trechos:
"Cinco anos após a desencarnação de Allan Kardec, a "Revue Spirite" publicou inúmeros artigos sobre fotografia de Espíritos, ilustrando-os, bem assim as notas informativas que a respeito estampava, com as fotos das pessoas que posavam para os fotógrafos (Buguet - médium - e Firman), e junto às quais apareciam amigos ou parentes desencarnados. Uma das fotografias, de Madame Allan Kardec, trazia a imagem do Codificador do Espiritismo, ostentando uma mensagem em francês, transcrita também na "Revue Spirite". No ano seguinte - 1875 -, precisamente no dia 16 de junho, quarta-feira, instaurava-se um processo que ficaria célebre: o Procès des Spirites (Processo dos Espíritas), movido em Paris, pelo Ministério Público, contra Buguet, Firman e, também (e especialmente, é óbvio), Pierre-Gaëtan Leymarie. ( ... ) O Procès des Spirites é algo tenebroso, autêntica peça inquisitorial, só concebível de ter existido nos distantes tempos da Idade Média. As próprias autoridades judiciais se permitiram dialogar de forma desrespeitosa com os acusados, avançando conclusões e, mesmo, desvirtuando informações, com o intuito indisfarçado de prejulgar. Nem sequer a viúva Allan Kardec, que prestou declarações como testemunha intimada a comparecer a interrogatório, teve o tratamento devido aos seus cabelos brancos, conforme protesto verbal, na hora, e escrito, que exigiu fosse exarado nos autos respectivos." (27)
Do mencionado interrogatório, a que foi submetida a viúva Kardec, constam as seguintes perguntas e respostas, relativas ao pseudônimo do Codificador:
Juiz Millet - Afinal, em que época o Sr. Rivail adotou o nome de Allan Kardec?
Sra. Rivail - Por volta de 1857.
Juiz Millet - Onde buscou ele esse nome? Num manual de bruxaria?
Sra. Rivail - Não sei o que o Sr. pretende dizer.
Juiz Millet - Nós conhecemos as origens dos livros de seu marido; ele se valeu sobretudo de um manual de bruxaria de 1522, de um outro livro intitulado Alberti... e de outros.
Sra. Rivail - Todos os livros de meu marido foram criados por ele, com a ajuda de médiuns e evocações. Não conheço nenhum dos livros a que o Sr. se refere.
Juiz Millet - Nós os conhecemos; o nome de Allan Kardec, que seu marido adotou, é o nome de uma grande floresta da Bretanha (28). A Sra. erigiu a seu esposo um túmulo no Père-Lachaise e nele colocou o nome de Allan Kardec; está convencida de que ele foi tal?
Sra. Rivail - Eu creio que não se deve gracejar sobre isso. Não é agradável ver rir de tais coisas.
Juiz Millet - Nós não estimamos as pessoas que se apropriam de nomes que não lhes pertencem, escritores que pilham de obras antigas, que ludibriam o espírito público.
Sra. Rivail - Todos os literatos usam pseudônimos; meu marido nada pilhou.
Juiz Millet - Foi um compilador, não um literato; um homem que fez magia negra ou branca; fique sentada! (29)
O que a cega e irreverente malevolência dos acusadores do Codificador sempre fez questão de esquecer é que o uso de pseudônimo sempre foi, é e será comum em toda parte. Não são apenas aos literatos que os utilizam; a prática também é vulgar entre os artistas e até entre os políticos. Os monarcas e os Papas se dão novos nomes quando são coroados. Nas ordens religiosas católicas trocam-se os nomes dos que fazem votos. E as pessoas de todos os povos, em todos os países do mundo, usam corriqueiramente apelidos familiares ou sociais.
A verdade é que, ao adotar o pseudônimo de Kardec, o Professor Hippolyte Léon Denizard Rivail deu valioso testemunho não somente de fé, mas igualmente de humildade, pois seu nome civil era dos mais ilustres da França. Ele descendia de antiga e conceituada família, cujos membros brilharam na advocacia e na magistratura.
Uma pessoa com tantos méritos e nome tão ilustre não precisava ocultar-se, senão por nobres razões, por trás de um pseudônimo.
Se Allan Kardec não fora um austero sacerdote druida, teria sido talvez, no começo da era cristã, um daqueles jovens gauleses que, esquecidos da língua dos pais, disputavam entre si, em grego ou latim, a palma da eloqüência nos chamados "ludi miscelli", espécie de torneios oratórios instituídos por Calígula em Lugdunum (Lião). Esta cidade tornara-se para a Gália qual foco literário cujo brilho radiava ao longe. Sábios romanos ali fixaram residência, foram fundadas livrarias e, a exemplo de Roma, a capital das Gálias tinha, também, seus professores livres e suas escolas municipais onde se ensinavam as gramáticas grega e latina, a retórica e a poesia.
(24) Henri Sausse: "Biographie d'Allan Kardec", 4me édition, página 32.
(25) Em "Reformador" de 1976 (novembro, pp. 331/333), no artigo "Rivail - o direito de ser Kardec", antecipáramos considerações e referências sobre o pseudônimo de H.L.D. Rivail, aqui formuladas.
(26) Esse Sr. Tiedeman, destinatário da carta, parece ser o mesmo que, à época, hesitou muito em decidir-se a apoiar Rivail, financeiramente, no empreendimento da "Revue Spirite". Mais tarde (vide "Obras Póstumas", Segunda Parte, nota aos apontamentos da reunião de 15-11-1857, 15ª edição, FEB, p. 294), o Codificador reconheceu fora para ele uma felicidade não ter tido quem lhe fornecesse fundos, pois, "sozinho, eu não tinha que prestar contas a ninguém, embora, pelo que respeitava ao trabalho, me fosse pesada a tarefa". A Espiritualidade Superior lhe adiantara: "Podes prescindir dele." Pôde, realmente, arcando pessoalmente com todo o ônus da empreitada.
A carta aludida, por constituir documento histórico do Espiritismo, vai transcrita, a seguir, em francês, na parte referente ao pseudônimo:
"Deux mots encore sur le pseudonyme. Je dirai d'abord qu'en cela j'ai suivi un rusage reçu, puisque sur 100 écrivains il y en a les 3/4 qui ne sont pas connus sous leur véritable nom, avec cette différence que la plupart prennent des noms de pure fantaisie, tandis que celui d'Allan Kardec a une signification et que je puis le revendiquer comme mien au nom de la doctrine. Je dis plus: il renferme tout un enseignement que je me reserve de faire connaïtre plus tard. ( . . . ) Il y a d'ailleurs une raison qui domine tout: je n'ai point pris ce parti sans consulter les Esprits, puisque je ne fais rien sans leur avis. Je 1'ai fait à plusieurs reprises et par différents médiums; or, ils ont non seulement autorisé, mais approuvé cette mesure."' (O manuscrito integra o rico acervo do arquivo de raridades históricas do Espiritismo, pertencente ao Dr. Canuto Abreu.)
(27) O "Procès des Spirites" foi editado pela FEB. Precedendo o inteiro teor do documentário, em francês, há uma "Apresentação", em português, fartamente ilustrada e anotada, que Hermínio C. Miranda preparou (de 123 páginas), a pedido da Federação Espírita Brasileira, resumindo o livro da Sra. Marina P.-G. Leymarie. Esta última parte foi publicada, também, separadamente.
(28) O Juiz incorreu em "equívoco": não sendo tão grande, a tal floresta não mereceu registro nos compêndios de Geografia nem nos dicionários e enciclopédias...
(29) Eis o protesto escrito da viúva Rivail (p. 8 do apêndice ao "Procès des Spirites"):
"Declaro que o Sr. Presidente da Sétima Câmara Correcional não me deixou livre para bem desenvolver o meu pensamento, pois, em meu interrogatório, introduziu reflexões estranhas ao debate e desejou ridiculizar o Sr. Rivail, conhecido como Allan Kardec, fazendo dele um simples compilador e negando seu título de escritor. Protesto energicamente contra essa maneira de interrogar e solicito ser ouvida novamente, porque é costume na França respeitar as senhoras, sobretudo quando têm cabelos brancos. Não deveriam interromper-me e mandar assentar-me, após terem-se divertido com o que considero como inatacável, ou seja, o direito de ter feito construir um túmulo para o meu companheiro de provações, para o esposo estimável e honrado por homens do mais alto valor."
Fonte: Allan Kardec, Vol. II, Zêus Wantuil e Francisco Thiesen
A Fraternidade Espírita Irmão Glacus vem recebendo um grande número de doações para as suas obras assistenciais e elas estão paradas porque não está sendo possível organizá-las e separá-las. Para isso, no dia 21/03 realizamos um grande mutirão para separarmos e organizarmos as doações. A saída deu-se da porta da Fraternidade Espírita Irmão Glacus (Rua Henrique Gorceix, 30, Padre Eustáquio), às 8 da manhã, em direção à Fundação (Av. das Américas 777, Bairro Kennedy - Contagem). Posteriormente contaremos os detalhes deste evento, a alegria e a animação do pessoal! Aguardem!
Avant Première - Filme: Chico Xavier
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No dia 13 de março de 2010, em Pedro Leopoldo, convidados se reuniram para a solenidade de lançamento do filme Chico Xavier. Estivemos presentes, tendo a oportunidade de entrevistar diversos confrades do Movimento Espírita Brasileiro, bem como o elenco da película cinematográfica. |
Apresentamos ao leitor amigo uma panorâmica do evento. Esperamos que goste!
Com a presença de vários representantes governamentais, a solenidade de abertura do Avant Première deu a Daniel Filho o diploma de Cidadão Honorário de Pedro Leopoldo. Em seguida, os atores Matheus Costa, Ângelo Antônio e Nelson Xavier, que interpretaram no cinema a vida de Chico Xavier, receberam do público uma moção de palmas devido ao trabalho que realizaram.
O filme foi baseado na obra de Marcel Souto Maior – As Vidas de Chico Xavier. Na estréia do filme, que se dará no dia 02 de abril nos principais cinemas do Brasil, concomitantemente será lançado o seu mais novo livro – Chico Xavier – Um filme de Daniel Filho. Este livro, segundo o autor, contará os bastidores, os fenômenos, as transformações ocorridas no período da gravação do longa-metragem.
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Comovido, Daniel Filho, ao receber a placa de Cidadão Honorário de Pedro Leopoldo disse: “Ter gravado o filme Chico Xavier foi uma mudança total na minha vida, no meu pensar, na minha maneira de ser”. Dentre outros comentários ele agradeceu a Ruth Perácio, que estava presente ao evento, filha de Carmen e José Perácio, aqueles que foram os responsáveis pelo início da educação mediúnica de Chico. Embargado na voz, relembrou Cidália, a mulher extraordinária, o anjo que Maria João de Deus havia dito ao filho que Jesus mandaria, fazendo menção à irmã de Chico Xavier, ainda viva, que se encontrava presente e que possui o mesmo nome da mãe. “Que mulher, hoje, receberia um homem com treze filhos? Muitos que verão o filme vão pensar que estão vendo uma ficção, mas nós sabemos que ele é uma realidade” – disse o diretor. |
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Ruth Perácio, já citada, nos disse que Chico é um presente que Deus enviou a todos nós. “Nós é que não temos altura ou, então, não fazemos esforço para tentar realizar o que ele fez”. |
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“Todo trabalho voltado a destacar os valores que a Doutrina Espírita apresenta, tanto doutrinariamente, como com relação aos feitos das pessoas que representam pelo seu trabalho a Doutrina Espírita, são sempre situações altamente positivas. Eu acho que o Movimento Espírita vai receber muito bem este filme, mas não só os espíritas, outras pessoas, e todos nós seremos convidados a avaliar os nossos próprios valores espirituais, diante dos testemunhos, dos exemplos que a obra de Chico Xavier vem desenvolvendo. (...) A mensagem do filme, pelo que me consta, é a mensagem de uma pessoa voltada para o trabalho no campo do bem, que não fez limites ao sacrifício que precisaria fazer, colocou o beneficio ao próximo sempre em prioridade, sacrificou-se naquilo que era necessário. No mundo em que a criatura, ainda, é muita voltada ao egoísmo, em que procura estar sempre em torno dos seus interesses imediatos, eu acho que a mensagem vivida do filme Chico Xavier é um exemplo para todos nós, no mínimo para alguma reflexão. Eu diria até mais, não só um exemplo, mas uma referência para todos aqueles que quiserem realmente começar o seu próprio aprimoramento”. |
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“O filme Chico Xavier vem reacender dentro do ano do Centenário do Chico toda a importância da sua história de vida, abrindo um espaço para chamar a atenção sobre as suas obras psicográficas. Em vida, Chico Xavier já foi através de suas obras um divisor de águas para o Movimento Espírita Brasileiro e agora nesse conjunto de ações, inclusive neste filme, acreditamos que teremos uma grande revivescência de toda a história, toda a obra e toda a importância do seu exemplo”. César Perri de Oliveira – Diretor da FEB |
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“Efetivamente, o impacto que o filme de Chico Xavier traz é de uma visão não espírita, porque o filme não é espírita. Evidentemente que o link Chico espírita é um link conhecido. Conseqüentemente, o homem de bem, o homem da paz, o homem do amor, o homem Chico Xavier Amor impacta a sensibilidade de qualquer ser humano. Desta forma, nós percebemos que este filme provoca fortes emoções e reflexões, porque um homem daquela envergadura, produzindo o que produziu, sendo espírita, no mínimo leva a criatura a utilizar-se do bom senso, a uma reflexão”. |
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“Nós sabemos que Jesus é o grande modelo da humanidade, é o grande guia, mas de vez em quando a Misericórdia do Pai nos manda ícones para funcionar como modelos mais próximos de nós, mais contemporâneos nossos. Chico é esse grande contemporâneo do século. Então, o filme vem nos mostrar exatamente um roteiro de como ser um homem de bem. O compromisso individual que eu, você, todos temos de nos conduzir perante a bondade infinita do Pai. (...) A mensagem que este filme vai trazer é exatamente mostrar a amplitude da vida. Mostrar que o mais importante não é o rótulo da religião, o mais importante é buscar vivenciar o bem, como Jesus, aliás, muito bem nos ensinou na Parábola do Bom Samaritano”. Marival Veloso de Matos – Presidente da União Espírita Mineira |
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Alguns parentes do nosso amado Chico estavam presentes. Conversamos com Cidália, militante da Casa do Caminho em Sabará, perguntando-lhe qual é o sentimento que o filme Chico Xavier traz para a sua família, vendo a vida de um dos seus membros ser exposta ao Brasil e ao mundo. “Vemos com muita emoção, uma expectativa muito feliz, não só como família, mas como integrantes da família espírita e da família humana que ele sempre adotou para o seu coração, a humanidade que ele sempre amou. Que prestemos bastante atenção nos exemplos de bondade, de perseverança e de determinação de Chico Xavier”. Cidália Xavier Silva – sobrinha de Francisco Cândido Xavier |
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Já Célia Diniz, uma das coordenadoras do evento, militante do Centro Espírita Luiz Gonzaga em Pedro Leopoldo, declarou:
“Eu me sinto muito feliz e cheia de esperanças, acho que este filme será um divisor de águas para o Espiritismo. Estamos, hoje, vivendo um momento histórico com toda esta movimentação em torno de Pedro Leopoldo”. Célia Diniz – Centro Espírita Luiz Gonzaga |
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Logo após a solenidade, o filme Chico Xavier foi exibido para 450 pessoas convidadas que, emocionadas, acompanharam a trajetória do Venerando Apóstolo do Amor – Francisco Cândido Xavier.
Ângelo Antônio, que interpretou Chico dos 20 aos 50 anos de idade, disse:
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“Eu quero guardar as coisas que ele me inspirou, para sempre. Não quero perder mais aquela sensação de ter vivido um pouco da bondade dele, da compaixão, da tolerância. São valores que nós temos na teoria e vemos nele na prática. Então, é lembrar disso, para fazer o meu cotidiano com esta prática, para ser um pouco melhor, um pouquinho mais (...) O filme independe de religião. Nós estamos falando de um ser humano de qualidade que teve atitudes magníficas em sua vida cotidiana. Não é nada transcendente, é simplicidade, é humildade, um ser humano pleno”. Ângelo Antônio – ator |
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Nelson Xavier, que interpreta a terceira fase da vida de Chico, resumiu as suas considerações dizendo que representar Chico Xavier para ele foi uma grande transformação. Agradecemos penhoradamente a União Espírita Mineira pela deferência que nos foi concedida, o apoio carinhoso de Célia Diniz, a Assessoria de Impressa do filme Chico Xavier e a todos que nos concederam suas preciosas palavras em nossas entrevistas. |
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Muita paz e alegria!
Wellerson Santos
(Fotos: Silvana Oliveira)
Aconteceu nos dias 6, 7 e 14 de março o Curso de Preparação para Evangelizador Infantil 2010. O curso tem como objetivo, além da preparação de novos tarefeiros para completar a equipe do departamento, o aperfeiçoamento dos atuais voluntários da Evangelização Infantil.
O processo educativo é dinâmico. As crianças de hoje têm comportamentos, questionamentos e necessidades diferentes de anos atrás, e o evangelizador precisa se adaptar continuamente a isso. Além do curso, o interessado em abraçar a tarefa deve estar na doutrina há pelo menos 1 ano, freqüentar os “Ciclos de palestras” sobre os princípios básicos oferecidos pela casa e, principalmente, estar sempre atualizado. Este ano, o curso traz uma inovação: no ato da inscrição, o participante recebeu um CD com um referencial teórico básico sobre o conteúdo do curso. A idéia é que os participantes tivessem acesso prévio aos temas, com um período de auto-estudo para aproveitar melhor o pouco tempo das palestras.
Foram abordados temas fundamentais para a educação de crianças e adolescentes, como a pedagogia de Jesus e a psicologia infantil à luz do espiritismo. No último dia, foi abordado o tema do planejamento de aulas e as iniciativas de que o evangelizador pode se utilizar para desenvolver de modo ainda mais completo o seu trabalho, como por exemplo o manejo adequado das artes, da música, da literatura, de dinâmicas e brincadeiras.
A PEDAGOGIA DE JESUS
Pedagogo da Humanidade, o Cristo nos trouxe os princípios eternos da educação com amor.
Princípios de aprendizagem :
1- Deve se alicerçar no valor da pessoa humana.
“Vós sois a luz do mundo.” (Mt, 5:14)
2- Toda aprendizagem se dá no tempo e é cumulativa.
“Primeiro a erva, depois a espiga e por último o grão cheio na espiga.” (Mc. 4:28)
3- O processo ensino aprendizagem tem como fonte o indivíduo e sua situação histórico-cultural.
“A que assemelharemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o apresentaremos?
(Mc. 4:30)
4- A aprendizagem deve se basear na descoberta pessoal, concreta, a partir da reflexão em profundidade.
“Quem foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores?” (Lc. 10:36)
5- A aprendizagem se evidencia na vivência, na demonstração, no comportamento que denota a transformação interior.“
Porquanto cada árvore é reconhecida pelos seus frutos.” (Lc. 6:44)
6- Toda aprendizagem conduz o homem à harmonia consigo próprio, com o próximo e com Deus.
“Quem pratica a verdade aproxima-se da Luz.” (Jo. 3:21)
7- É no próprio aprendiz que encontramos o “feedback” sobre sua aprendizagem.
Diálogo de Jesus com o moço rico. (Lc. 18:18-23)
8- Toda aprendizagem necessariamente possui momentos de avaliação.
“Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. (Jo. 8:7)
9- O erro é uma parte do processo de aprendizagem e deve ser transformado em estímulo de crescimento.
“Vai e não tornes a pecar.” (Jo. 8:11)
10- O ambiente de confiança e respeito é fundamental para a aprendizagem. Por que lhes falas por parábolas?
“Por que a vós é dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não lhes é dado.” (Mt. 13:10;11)
11- A aprendizagem verdadeira conduz à liberdade e à autonomia.
“Conhecereis a verdade e ela vos libertará.” (Jo. 8:32)
12- A coerência e o modo de ser do Mestre são igualmente elementos favorecedores da aprendizagem.
“As minhas ovelhas ouvem a minha voz: eu as conheço e elas me seguem.” (Jo. 10:27)
13- O mestre é um aprendiz completo e o aprendiz é um Mestre em potencial.
“O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele,porém, que for perfeito será como o seu mestre.” (Lc.6:40)
14-Toda aprendizagem significativa é aquisição para o espírito imortal.
(…) “e então retribuirá a cada um segundo as suas obras.” (Mt. 16:27)
Princípios norteadores da Pedagogia de Jesus
• O crescimento pessoal: Jesus identificou e estimulou em cada criatura a oportunidade de encontrar seus próprios valores de crescimento no rumo da perfeição.
• Valorização do contato pessoal: Jesus é o mestre que convive, que participa, que se preocupa com a aprendizagem de seus aprendizes.
• Relação teoria e prática: “Nisso todos reconhecerão que vós sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.” (Jo.13:35)
• Sentido imanente e transcendente da experiência humana: Todos os nossos atos do cotidiano são contabilizados perante a Justiça Divina.
“Em verdade vos afirmo que tudo que o fizestes a um destes pequeninos, a mim o fizestes.” (Mt.25:40)
A construção da felicidade na vida eterna inicia-se na construção do Reino de Deus na vida terrena, através do cumprimento da Lei de Amor, Justiça e Caridade.
“Se queres, porém entrar na vida, guarda os mandamentos.” (Mt.19:17)
A ação pedagógica de Jesus é uma proposta de educação:
a) Comprometida com a transformação: o reino de Deus deverá ser construído entre os homens, com os homens, pelos homens e apesar dos homens.
b) Baseada na participação de cada um: Cada pessoa é um sol, é luz, é sal, é herdeiro de Deus e está fadado a perfeição e a felicidade.
c) Alicerçada na visão do homem integral:Aliando razão e emoção a serviço da busca da perfeição.
d) Dialógica: Centrada na interrelação pessoal, na construção coletiva dos ideais de fraternidade.
e) Libertadora: Pela grande finalidade de auxiliar os homens a deflagrarem o grande vôo da descoberta de sua condição de co-criadores: “Vós sois deuses.” (Jo.10:34)
(retirado do site www.pedagogiaespirita.org, coordenado por Walter de Oliveira Alves.
O ESPIRITISMO NA MÍDIA
Depois do grande sucesso do filme Bezerra de Menezes, diário de um espírito, realizado com um modesto orçamento, vai ser lançado em 02 de abril, data em que Chico Xavier completaria 100 anos, Chico Xavier, o filme.
Há uma grande expectativa para o lançamento. O filme, dirigido por Daniel Filho, tem no elenco: Angelo Antonio, Nelson Xavier –ateu, ele disse que não se converteu, mas que o contato com a vida de Chico e com a doutrina espírita mudou muito sua visão da vida –,Tony Ramos, Christiane Torloni, Giovanna Antonelli, Letícia Sabatella e Paulo Goulart, entre outros.
O filme foi baseado no livro As vidas de Chico Xavier, do jornalista Marcel Souto Maior, publicado em 1994. Chico Xavier, o filme acompanha a vida do médium desde a infância em Pedro Leopoldo, na região metropolitana de Belo Horizonte, até a idade adulta (quando é vivido por Ângelo Antônio) e velhice (interpretado por Nelson Xavier).
Na tela da TV, a próxima novela da rede Globo no horário das seis será também com temática espírita. Escrito nas Estrelas terá como protagonista o ator Humberto Martins, um pai atormentado pelo espírito do filho, morto em um acidente, que volta do umbral para atrapalhar sua vida.
Segundo informações da Globo, a autora e os principais atores estão estudando as obras do Espírito André Luiz para poderem compor a trama e os personagens. Carlos Vereza também atuará na novela, que terá como temática a obsessão e a lei de causa e efeito, segundo informa a emissora. A novela está com a estréia prevista entre março e abril de 2010.
Também em 2010 estréia o filme Nosso Lar, produzido pela FEB e Cinética Filmes americana. O filme tem estréia prevista para o dia 03 de setembro e foi baseado na obra de mesmo nome, psicografada por Chico Xavier .
O livro Nosso Lar já esta na 58ª edição e, em breve, alcançará a marca de dois milhões de exemplares vendidos. Para quem ainda não conhece a obra, trata-se do primeiro romance de uma série trazido pelo médium mineiro Chico Xavier em parceria com o espírito do médico André Luiz. Narra sua trajetória depois de desencarnar, passando pela cidade espiritual que dá nome ao livro, até retornar à Terra para rever seus familiares. Em essência, “é a história de um homem que vai aprender a amar a si e aos semelhantes – e a Deus sobre todas as coisas”.
No elenco do filme estão Renato Prieto como André Luiz, Paulo Gulart, Othon Bastos, Ana Rosa entre outros.
“O público (...) vai gostar de ver um filme de grande impulso para a difusão da Doutrina Espírita” –, disse Renato Prieto à Folha Espírita de fevereiro de 2010.
Como se vê, 2010 promete muito para a Doutrina Espírita. Esperamos que esses materiais possam contribuir tanto para a divulgação do espiritismo quanto para a ampliação de seu entendimento.
Colaboração: Flávio Braga.
Nova biblioteca da FEIG

A Biblioteca Leonardo Baumgratz está de cara nova. Com mais espaço, ampla e arejada, sua infra-estrutura facilita o atendimento ao leitor, proporcionando mais conforto. Serão colocadas mesas para os usuários que quiserem fazer pesquisa in loco.
Serão também colocadas à disposição do usuário revistas espíritas para consulta no local. Também para pesquisas no local, ainda estará à disposição a coleção completa da Revista Espírita.
Os novos projetos em torno deste espaço giram agora em torno de divulgá-lo e criar campanhas para incentivar a doação de livros. A possibilidade da locação de DVD’s também está em estudo.
A Biblioteca continua funcionando no mesmo horário, de segunda a sexta-feira, das 19h às 21h30, aos sábados, das 15h às 17h30 e aos domingos, das 19h às 20h30.
Aguardamos sua visita!

No dia 5 de fevereiro de 2010 ocorreram as comemorações a propósito dos 18 anos do Centro de Educação Infantil Irmão José Grosso – o CEI. O aniversário foi festejado com muita emoção e paz. Nossas crianças participaram deste momento festivo com a alegria que lhes é costumeira.
Logo no início da festa, após delicada prece da coordenadora, os participantes foram surpreendidos pela presença marcante do grupo Os Mensageiros do Rei, que, usando trajes típicos de realeza, adentraram o local e, ao som de maravilhosa flauta, soou a inesquecível música “Amigos para sempre”. Deixando no ar a certeza de que momentos como estes se eternizam nas mentes e nos corações de todos, encarnados e desencarnados, a seguir, uma dupla de artistas comandou a festa e, interagindo com as crianças, mobilizou e encantou a todos.
Todos foram ainda agraciados com apresentações artísticas de nossas crianças do 2° período que, fantasiadas, transbordavam em seus olhos o agradecimento e a alegria daquele dia festivo.
O hino solene ao querido amigo e mentor José Grosso foi entoado pelas crianças e suas dedicadas evangelizadoras que, ao longo do ano, trabalham na sementeira do Pai, trazendo para nossas crianças a luz e os ensinamentos do Mestre Maior, autor supremo da vida.
Antes do tão aguardado parabéns a você (que neste dia também se estendeu a nossas crianças, amigos, voluntários e trabalhadores da Casa), houve a participação da contadora de histórias que semanalmente compartilha com nossas crianças belas histórias que falam ao coração de cada uma delas.
Neste dia especial ocorreu também uma dramatização sobre a história da Joaninha, que dividiu todos os enfeites que usava para ir à festa com os amigos que encontrava pelo caminho, deixando aos pequenos uma mensagem de desprendimento.
Enfim, neste clima de amor, partilha e nas melhores vibrações possíveis a tarde foi encerrada com o agradecimento ao Pai pela missão desempenhada.
Aproveitamos o momento para agradecer a todos, encarnados e desencarnados, que nos ajudam sempre a propiciar momentos mágicos e dignificantes às nossas crianças!
Que a festa e a comemoração à vida, como sentimento de honra ao Pai, sejam sempre dádiva na vida de cada um de nós.
Colaboração: Marilena Valentim - Pedagoga do CEI Irmão José Grosso
O almoço especial de Natal da FEIG acontece todo ano. Outro almoço especial, na semana seguinte, é feito para comemorar o Ano Novo. Os recursos para fazer esses almoços vêm das doações recolhidas entre um e dois meses antes da data. São doações espontâneas dos freqüentadores da Casa, através da campanha do quilo e dos próprios tarefeiros.
Neste ano de 2009, ao todo foram recebidos 400 assistidos, entre adultos e crianças. Durante o ano inteiro eles relatam aos tarefeiros que trabalham na sopa suas expectativas em relação ao almoço especial de Natal e Ano Novo. Motivados pelo amor à causa, 70 tarefeiros colaboraram no processo. O sorriso, a satisfação, o prazer de estar com os assistidos e o fato de aprenderem lições trazidas por eles fazem com que os tarefeiros da Casa sintam-se gratificados e felizes para a continuidade da tarefa.
Enquanto eram realizados os trabalhos (atendimentos) normais dos sábados, diversas atividades aconteciam em outros setores e nos salões da FEIG. No salão principal, a mocidade apresentou a peça “A cigarra e a formiga”, com enfoque educativo, voltado às responsabilidades das crianças junto à natureza e à ecologia. Os pequeninos se mostraram bastante atentos e interessados por essa atividade.
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No salão menor, a mocidade apresentou números musicais dedicados às mães assistidas.
Era grande a movimentação e o envolvimento dos tarefeiros nestas atividades, fazendo com que tudo transcorresse normalmente e todos pudessem ser atendidos da melhor forma possível, e também para que pudessem ter suas expectativas atendidas neste dia especial.
Na evangelização era grande a expectativa das crianças pela chegada do Papai Noel, que abraçou cada uma delas e entregou presentes variados, abrilhantando ainda mais a festa num ambiente já enfeitado e preparado para recebê-las com todo amor e carinho.
Por tudo isso é possível dizer que a festa de Natal da FEIG cumpriu seus verdadeiros objetivos, atendendo não só materialmente a adultos e crianças assistidas, mas sobretudo dando a cada um deles um momento de confraternização único, repleto de esperança, boa vontade e carinho, mostrando que, juntos, como uma família, somos capazes de praticar o amor que o Cristo nos ensinou.
Recursos espirituais
Muitas são as dificuldades pelas quais passamos ao longo de nossas vidas. Problemas de relacionamento, financeiros, no campo da saúde... Há momentos em que necessitamos restabelecer nossas energias.
Para isso, a Providência Divina nos concede uma série de recursos que podem nos auxiliar nestes momentos em que sentimos nossas vibrações menos elevadas. Na casa espírita, por exemplo, podemos nos valer do passe, da água fluidificada, da palestra; em nossos lares, é imprescindível façamos o culto no lar. No entanto, é pertinente avaliarmos se estamos valorizando o suficiente, ou melhor, se estamos nos preparando de modo adequado para recebermos as benesses divinas.
Se não mantemos a nossa casa mental em atitude digna, se não cultivamos bons pensamentos, se não trabalhamos em prol da nossa reforma íntima e dos nossos semelhantes, exercitando a caridade que se faça necessária, a ação dos recursos espirituais fica limitada. É necessário conservarmos o templo íntimo em sintonia com o mais Alto, por meio da prece e da vigilância, como nos ensinou o próprio Jesus em seu Evangelho. Equilibrando-nos, tenhamos a certeza de que será mais fácil recebermos a ajuda dos nossos amigos espirituais que, conforme nos é dito reiteradamente, caminham conosco ombro a ombro e lado a lado.
Muita paz!
Equipe do site da Feig
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Prezados irmãos, encarnados e desencarnados, que a paz do Cristo de Deus esteja com todos nós, neste ambiente, hoje e sempre.
Durante os últimos 10 anos, nesta reunião, sinto-me no dever de, ao encerrarmos mais um ano de tarefas, levar a todos vocês, irmãos tarefeiros do amor na seara do Cristo, sob a tutela do Glacus, uma mensagem direta e especial.
Não por acaso, novamente é Natal. Mais uma vez celebramos o nascimento do Cristo entre nós com todas as implicações que este ato divino representa.Quanta coisa vem às nossas cabeças? Quantas situações difíceis enfrentamos? Quantas lutas vencidas? Quantos fracassos tivemos que colecionar, dura e penosamente, ao custo de um aprendizado mais caro, mais doloroso, fruto de nossas escolhas equivocadas? Lembrar de momentos felizes, também, frutos de escolhas acertadas.Por quantos e quais sentimentos nossos corações são avassalados, agora? Sentimentos de perdas, de dificuldades materiais, de dores físicas , morais , espirituais. Quantas vezes passou por nossas cabeças desistir, abandonar tudo e todos, isolarmo-nos das pessoas e do mundo? Momentos tão difíceis que achamos que não daríamos conta de enfrentar e vencer. Quantas vezes bateu em nós o desânimo, fruto de tanta tribulação? Quantas vezes a perplexidade, fruto da nossa pouca fé? Quantos irmãos , vinculados à nossa casa e aos nossos corações , passaram para o plano espiritual e se foram, temporariamente, deixando-nos um legado, belos exemplos de luta e de realizações no bem?
Passo a passo, observando o relógio correndo devagar , nos sofrimentos, ou muito rápido nos parcos momentos de felicidade, fomos avançando, fomos caminhando, na maioria das vezes movidos por uma vontade enorme de cumprir com os compromissos espirituais assumidos, por algumas pequenas gotas de evangelho já incrustadas em nosso coração, outras tantas empurrados pela espiritualidade irmã, outras ainda ,carregados no colo pelos benfeitores espirituais desta casa.
Mas chegamos! Chegamos ao final de mais um ano de peleja, de acertos e de erros , balanço que só a consciência de cada um de nós é capaz de fazer. Sim , é verdade. Cada um de nós tem história para contar! História longa, produzida somente neste ano, neste lapso de 365 dias. Olhando para nós mesmos no espelho, além de nos vermos mais gordos ou mais magros, mais bonitos ou menos bonitos, mais atraentes ou menos, fisicamente, quem sabe nos percebamos mais velhos, com cabelos mais grisalhos, mais calvos, rostos mais vincados pelo tempo e pelas lutas? Quem sabe, olhando-nos no espelho consigamos ultrapassar a barreira dos nossos olhos e enxergar o “nosso olhar”? É hora de avaliarmos como estamos vendo a vida, o mundo e as oportunidades desta bendita encarnação. Sim, porque o modo como enxergamos as coisas, sejam elas boas ou ruins, nos mostra o grau de maturidade e de aprendizado conquistado pelo nosso espírito.
Tarefeiros desta casa, preciso e devo agradecê-los , pois que sou capaz de imaginar as dificuldades que cada um de vocês certamente teve que enfrentar para vencer a si mesmos e aos meios que nos cercam, para estarem aqui , realizando suas tarefas , em todas as oportunidades, com amor.Quantas vezes tiveram que correr, que vencer obstáculos do tempo, do trânsito, incompreensões de familiares, para aqui estarem , sorrindo para os que vocês atendiam, depois de terem passado por um dia , às vezes difícil, no qual não puderam dar um sorriso ou também receberem um sorriso sequer? Quantas vezes vieram para a tarefa tão extenuados, após um dia de trabalho tão exaustivo, de lutas duras , no lar e ou no ambiente de trabalho, de termos sido vítimas de incompreensões, de ataques dos encarnados e da perseguição implacável de desencarnados, sem o tempo para o preparo espiritual ideal que sabemos ser desejável para a realização da tarefa, não podendo, assim, termos ofertado as melhores condições à espiritualidade? Entretanto, deram o testemunho de fidelidade ao Cristo , ao Glacus e à sua equipe espiritual e posso assegurar-lhes que por menor tenha sido a participação nas realizações sempre felizes desta casa o quinhão de vocês foi assegurado, apontado e registrado nos anais da espiritualidade a fim de que , quando passarem para o mundo espiritual tenhamos alguma bagagem com que nos apresentar.
Certo, podemos olhar para trás e avaliar o tempo que tivemos à nossa disposição. Se usamos a nossa saúde, o nosso conhecimento, a nossa liberdade para realizar boas obras. Também certo é que, se fomos testados e afrontados pelas dificuldades, certo também, é que em todos os momentos do ano, durante o tempo de vigília ou durante o sono físico, fomos protegidos pela espiritualidade composta pelos mentores de nossa casa, mercê da misericórdia de Jesus e da generosidade do Glacus e sua equipe espiritual. Que não tenhamos dúvida, irmãos tarefeiros, de que fomos alvo todo o tempo, desta proteção , de modo individual ou coletivo em nossos lares e até mesmo nos nossos ambientes de trabalho! Estejamos certos de que, embora possamos ter contribuído menos que o previsto, fomos agraciados com uma proteção desproporcionalmente maior, de modo a nos manter em rotas seguras.
Pessoalmente, de forma intensa e sincera, devo agradecer a todos e a cada um de vocês, irmãos encarnados, pela ajuda valiosa sem a qual eu não conseguiria conduzir materialmente esta casa. Aos irmãos do Conselho Deliberativo que nos ajudaram e apoiaram nas graves decisões a tomar, aos irmãos Componentes da Diretoria Executiva que nos auxiliaram de modo fundamental na implementação e na observância da melhor realização pelos departamentos sob sua responsabilidade, aos irmãos Dirigentes de Departamento que zelaram pelo andamento adequado das tarefas e cuidaram de modo mais próximo dos tarefeiros, meu sincero agradecimento. Tenho falado , repetidas vezes, que sempre que adentro esta casa e vejo as tarefas transcorrendo com normalidade, com disciplina e amor, quando os vejo reunidos nas salas , pensando , planejando, instruindo, corrigindo, com vistas à vigilância e às melhorias necessárias às tarefas, imprimindo dinamismo e vida aos trabalhos de caridade realizados nesta casa, sinto-me estimulado a prosseguir com os meus encargos, enquanto for do desejo da espiritualidade e o tempo do meu compromisso, conquanto também eu precise muito da compreensão de vocês, da proteção dos bons espíritos e da misericórdia de Jesus. À espiritualidade desta casa que me tem dado provas irrefutáveis de profunda amizade e me dedicado carinho e proteção que sei ainda não merecer, a vocês e ao nosso venerável mentor, entrego meu coração com o que nele contiver de bom e de puro e peço-lhes relevar minhas falhas, pois ainda sou um espírito endividado a rogar bênçãos e compaixão do Cristo Jesus.
Irmãos valorosos da casa de Glacus,devemos estar atentos aos desafios que se nos apresentam à frente, em 2010 e nos anos seguintes. As informações de que, a cada dia, espíritos de “esferas mais altas” se vinculam aos trabalhos desta casa , longe de nos desviar o espírito para a presunção, guie-nos para a consciência da responsabilidade que nos compete em nos melhorarmos, intelectual e moralmente, pelo estudo da doutrina espírita e pela prática do Evangelho, de modo a favorecermos e merecermos a assistência e o comando destas criaturas bondosas. Assim procedendo, daremos a nossa contribuição para que esta casa continue sendo admirada pela luz e respeitada pela treva.
Ao cabo destas reflexões, lembrêmo-nos das sábias palavras de Paulo de que “em tudo somos atribulados mas não angustiados, perplexos mas não desanimados”. Registro aqui, ao lado de meu agradecimento pela ajuda de vocês em 2009 , o meu pedido de apoio para a realização dos planos da FEIG para 2010. Rogo a Jesus que não nos angustiemos nem desanimemos, frente as lutas que por certo enfrentaremos.
Finalizando, desejo a todos e a cada um de vocês um Natal de Luz, de Intensa Fraternidade, de muita Paz e de Contida Alegria. Que vocês, além dos presentes materiais a serem pedidos, justos, naturais, sobretudo roguem a Deus a proteção dos bons espíritos para os seus lares, reaproximem daqueles com os quais tiveram dificuldades e quem sabe, na noite do natal, por ato de exclusiva misericórdia de Deus , Jesus nos visite o lar , por minutos, quem sabe, deixando no ar o perfume característico das tardes inesquecíveis da Galiléia, as bênçãos inconfundíveis de suas falas no tabor e os majestodos e definitivos ensinamentos proferidos do barco, em Cafarnaum, nas margens do Tiberíades? Façam o pedido. Preparem-se os que desejarem e estejam atentos, pois que a doutrina espírita nos alerta que o Mestre poderá tocar a campainha de nossa casa travestido, na pessoa de um pedinte, de um doente, de um transviado da lei divina ou dos homens e rogar-nos abrigo e compaixão.
Deus seja louvado e abençoe todos vocês hoje e sempre. Orem por mim. Feliz Natal e um 2010 de Paz , Ânimo novo, Harmonia e realizações no bem.
Do irmão de vocês, em Cristo,
Edgar.
No sábado 12/12, aconteceu na FEIG a festa de Natal das crianças. O trabalho envolveu 170 padrinhos e madrinhas, 50 voluntários, 4 semanas de preparação, 7 horas ininterruptas de trabalho no dia da festinha. Havia duas salas cheias de pacotes e presentes. Acrescendo o número não divulgado de horas de trabalho da espiritualidade, esta é a receita para que chegassem às mãos das crianças freqüentadoras da Evangelização Infantil aos sábados pela manhã 170 kits de presentes de Natal.

Os kits foram preparados por funcionários de uma empresa de BH, além de diversos padrinhos freqüentadores da FEIG, e continham itens escolhidos especialmente para cada criança cadastrada.
No dia da festinha, as crianças e suas mães chegaram cedo e compareceram em peso. Às 8 da manhã, a fila para tomar o café já estava dando a volta no quarteirão. Todos estavam ansiosos por receber aquele carinho em forma de sacolinha de Natal. A tarefa da Evangelização começou no horário de costume, mas para as crianças o tempo estava demorando a passar. Para segurar a ansiedade, voluntários prepararam um delicioso lanche com cachorro quente e refrigerante e até as mães da Escola de Mães puderam experimentar.
A sopa foi servida um pouquinho mais tarde para quem ia participar da entrega, o capricho no seu preparo e também no da salada de frutas foi um temperinho a mais neste dia especial. Depois da sopa, as crianças subiram novamente. Sentadinhas no salão do anexo, mal podiam esperar para ouvir chamar seu nome, e vibravam cada vez que um coleguinha era chamado, e se enchiam ainda mais de alegria quando chegava sua vez. Alguns mal conseguiam carregar os presentes, e a felicidade tomou conta do ambiente. É o sentimento de renascimento da solidariedade e fraternidade ensinadas por Jesus pulsando.
Trabalhando desde as 07:30 da manhã, os voluntários ainda tinham energia para aplaudir o momento de festa e os olhos se enchiam de lágrimas ao ver que todo esforço e dedicação tiveram endereço certo naqueles coraçõezinhos cheios de esperança com seus presentinhos.
As roupinhas talvez sirvam por um ano. Os brinquedos talvez durem alguns meses, mas a certeza de se sentir querido e especial com um dia tão cheio de surpresas e carinho por todos os lados, esta certeza vai durar para sempre.
As 170 crianças que participaram da festinha do último sábado vão levar para sempre, por onde forem, a certeza de que na Casa de Glacus encontram o amor e o trabalho, a solidariedade, a fraternidade e a boa vontade, local em que sempre podem voltar em busca de mais carinho e acolhimento.
Fica registrado o “muito obrigado” da equipe de Evangelização da Criança a todos que contribuíram, que abraçaram a campanha e estiveram presentes neste momento.
Boa tarde a todos. O amor do Cristo nos uniu.
Recordo-me, com muita emoção, uma das minhas desencarnações quando adentrei ao plano espiritual, coberto de remorso, de dor e solidão. Eu aguardava o atendimento numa longa fila, e observava, surpreso, que os outros irmãos aflitos que também aguardavam impacientes a sua vez, após adentrarem um pequeno cômodo onde eram atendidos, deixavam-no freqüentemente com o semblante feliz, dando-nos a certeza que o atendimento lhes valeu. Ansiava pela minha vez, porque as minhas dores eram imediatas e não me libertava, pois eu ainda não tinha a certeza da continuidade da vida após a morte.
O coração espiritual disparou quando entrei no recinto em que um assistente espiritual me aguardava com o coração aberto. E ele me perguntou sobre as minhas dores, sobre o meu sofrimento, que eu relatei com detalhes. Então, ele me convidou a pensar um pouco mais a frente, me questionou sobre os possíveis frutos daquelas dores. “Agora pense ainda um pouco mais a frente...”, ele disse. O anjo de Deus foi me conduzindo amorosamente por um caminho inequívoco até que eu me afastei tanto das minhas queixas, dos meus lamentos, das minhas dores, que até então eu julgava ser insuportáveis e definitivamente cravadas em meu coração, que eu acabei me aproximando de uma forte luz. Reconheci: era Jesus.
Essa experiência me marcou definitivamente, e aí eu entendi por que todos nós sofredores entrávamos sozinhos naquela sala, mas a deixávamos com o Cristo e com o sentimento de gratidão por aquele anjo que simplesmente nos conduzia até o Mestre consolador.
Queridos irmãos, o nosso amigo José Grosso disse que os espíritos têm a missão de dar assistência aos encarnados. É verdade. Mas eu pergunto na amizade e na intimidade que possuo a cada um de vocês: E qual é a missão dos encarnados? Será diferente do que acolher também os outros irmãos encarnados que sofrem tanto quanto vocês, que têm dificuldades, perdas consideradas insuportáveis, o corpo em desequilíbrio, ausências, saudades, sonhos, que têm a dor de querer ser o melhor cristão sem conseguir sê-lo?
Por isso, queridos e amados, o Natal e o Ano Novo é festa de (re)nascimento. Apresente o Mestre àqueles que cruzam o seu caminho e que possuem necessidades, dores, lamentos. Seja você o anjo consolador que nos faz pensar sobre o futuro das nossas dores, a crença na vida futura, a justiça de Deus por meio do amor, porque, infelizmente, percebemos que entre os espíritas há muita confusão sobre a justiça, pois limitam-se à lei do carma, tratando os seus irmãos apenas pela justiça. Julgam que aqueles que erraram nesta ou em outra vida são assuntos para a eternidade. Não é nada disso...
Imagine se Jesus tivesse dito para Maria Madalena: “Você pecou, mulher, não há salvação”; e para o cego Bartimeu: “Você não é cego por acaso, você é um pecador e para você não há cura.” E se tivesse dito a Paulo quando ainda era Saulo de Tarso – “Ora Saulo, você me persegue!”. A humanidade terrestre, grande parte cristã, ainda não percebeu que aquele que nos bate à porta de casa, dos tribunais, dos hospitais, das escolas, necessita encontrar o sentimento cristão para acolher, porque o Cristo precisa de nós para se fazer presente. A Sua justiça é a justiça do recomeço, do renascimento, movida pelo sentimento do perdão, da benevolência. A sociedade se vinga dos malfeitores na ilusão de que isso modificará a sua índole do espírito, mas a justiça movida pelo ódio não garante a recuperação para aqueles que se transviaram. A Pena deve ser aplicada com vistas à reeducação do espírito. Reflitam e recebam, com imenso carinho, a mensagem que preparei para cada um de vocês. Humildade sempre: “É preciso que você diminua para que o Cristo apareça”, palavras de Paulo.
Do amigo, Pedro de Camargo
(Mensagem do espírito Pedro de Camargo recebida através da psicofonia do médium Vinícius Trindade, durante Reunião de convívio espiritual da Fraternidade Espírita Irmão Glacus, em 17/12/2006)
Agradeçamos
Querido internauta,
Nós da equipe do site da Fraternidade Espírita Irmão Glacus gostaríamos de lhe agradecer o carinho com que nosso trabalho vem sendo recebido. Muitos elogios, comentários e críticas foram por nós recebidos desde que o novo site da FEIG entrou no ar. Gostaríamos de reiterar nosso compromisso em trazer-lhe conteúdos atualizados e dinâmicos, e também de dizer-lhe o quanto a sua opinião é importante para nós, pois sem ela não há crescimento.
Sobretudo, agradeçamos a Jesus a oportunidade de trabalho e à espiritualidade amiga pela proteção e zelo. Esperamos que ao menos um dos singelos textos escritos por colaboradores os mais diversos seja capaz de tocar o seu coração, ofertando-lhe conforto e ao mesmo tempo informação, tanto sobre a Doutrina Espírita quanto sobre as atividades da FEIG.
Que Jesus continue abençoando a todos nós na tarefa de nos transformarmos intimamente, e que este veículo de comunicação possa humildemente contribuir para tais propósitos. Que a semente do Evangelho de Jesus floresça em nossos corações hoje e sempre!
Equipe do site da FEIG.
O Cantinho de Jesus (Centro Espírita Manoel Maria da Silva), localizado à Rua Conde Valadares, 170 - Nova Cachoeirinha - Belo Horizonte, está promovendo, como tem feito todos os anos, uma Campanha de oração no período de 18 de novembro a 22 de dezembro, visando de maneira especial a todos os que se encontram envolvidos com algum tipo de produto químico, desde medicamentos até drogas mais pesadas, que têm causado tanto mal à sociedade. Basta que todos os dias, às 12 e às 18 horas, façamos uma parada nas nossas atividades e oremos a Deus em favor de todos os envolvidos. Caso esqueça, faça na hora em que se lembrar, mas considere que a corrente é muito importante no horário certo. No dia 22 de dezembro haverá no Cantinho de Jesus uma palestra sobre as drogas e suas conseqüências, a partir das 20 horas. Contamos com a participação de todos!
Novos Rumos, Novos Tempos!
Prezado internauta,
É com imensa alegria que nós, da Fraternidade Espírita Irmão Glacus, trazemos a você a nova versão de nosso site, mais moderno e inovador, com vistas a facilitar o acesso a notícias e matérias. Com um conteúdo totalmente reformulado, esperamos que você se interesse cada dia mais pela realidade da Casa de Glacus e faça parte dela conosco, seja freqüentando nossas reuniões, seja fazendo alguma tarefa, ou mesmo a distância, interagindo de alguma forma. Esperamos que você se sinta à vontade para opinar e dar sugestões, de modo a colaborar para o crescimento e amadurecimento do nosso trabalho.
É tempo de florescimento em nossos corações; tempo de colhermos sementes plantadas por tantos e tantos voluntários e funcionários da Casa de Glacus que já passaram por aqui. É tempo de agradecermos àqueles que iniciaram o trabalho a que hoje damos continuidade. E é tempo também, como não poderia deixar de ser, de continuarmos praticando o Evangelho de Jesus em nossas vidas, de modo a fazermos brilhar a nossa luz, levando aos quatro cantos do planeta nossa abençoada Doutrina.
Por isso, hoje a equipe do site da Feig se sente gratificada por uma etapa vencida. Foram muitos e muitos obstáculos, muita superação... Superação de limites, através da boa vontade ampliada. E se um raio de luz divina puder chegar ao seu coração, irmão querido, por meio deste nosso simples e humilde veículo de comunicação, já nos sentimos jubilosos.
Obrigado, Jesus, e obrigado, Glacus querido, por mais essa oportunidade santificante de crescimento!
Que a Graça do Cristo, sua luz e sua paz possa nos guiar hoje e sempre!
Equipe do site da Feig
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Ocorreu no dia 25 de outubro, na Fraternidade Espírita Irmão Glacus, mais um Seminário SOS Família com o palestrante Walter Barcelos, sobre o tema “A arte moral de educar os filhos”. Por ser um estudioso na área da educação, Walter tratou, com muita propriedade, anseios e dúvidas comuns dos pais em relação à educação dos filhos. Ele alertou para o fato de que para educar é preciso conhecer profundamente o orgulho e o egoísmo a fim de tirá-los do coração. Confira o texto completo sobre esse evento no jornal Evangelho e Ação do mês de dezembro. |
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Nas comemorações dos 33 anos da FEIG, em setembro, as crianças do Centro de Educação Infantil José Grosso – CEI participaram efetivamente fazendo preces e cantando o hino do Irmão José Grosso. Quando perguntadas sobre “para quem era a festa”, elas diziam: “é para a Fraternidade!” E quando indagadas sobre quem é a Fraternidade, responderam: “a mãe da nossa creche!” Em clima de confraternização, contando com a participação dos evangelizadores do CEI, as crianças demonstraram todo o seu amor pela Casa.
Na semana do dia das crianças, ocasião muito especial em que se procura interagir com a comunidade local, pais e tarefeiros, os pequenos tiveram muita movimentação, uma semana cheia de atrações, com a visita de palhaços, um piquenique, um teatro de fantoches em conjunto com alunos de uma escola estadual da região – alguns deles passaram pelo CEI –, contação de histórias, filmes e desenhos, além de muitas brincadeiras. E, ao final da semana, todas as crianças receberam lembrancinhas confeccionadas pelas educadoras e presentinhos fornecidos pelo Bazar.
Que a felicidade das crianças de nossa creche e o trabalho dos colaboradores possa se estender por muitas e muitas gerações!
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Aconteceu no dia 12/09, no Clube dos Oficiais da Polícia Militar, o tradicional Jantar Dançante em comemoração aos 33 anos da Fraternidade Espírita Irmão Glacus. Além de 15 membros integrantes da comissão de eventos responsável pela realização do jantar, trabalharam neste evento cerca de 90 tarefeiros da FEIG, entre freqüentadores das reuniões públicas e tarefeiros cadastrados pelo Departamento (DTAR).
O objetivo deste evento é arrecadar recursos para a manutenção da FEIG e da Fundação. De acordo com a coordenadora da Comissão de Eventos, Silmary Filgueiras, o jantar foi organizado a partir de definições do cardápio com um restaurante e em cinco reuniões semanais, às quintas-feiras. “É quando a comissão se reúne para trocar idéias, modificar ou tentar melhorar o que achar necessário. Passado o jantar, nos reunimos novamente para avaliar os pontos positivos e negativos”, afirma. Antes do evento, as pessoas puderam contribuir com doações diversas, entre elas ingredientes necessários para a realização do jantar. Para ajudar, as pessoas também poderiam se inscrever para trabalhar.
Neste momento de convívio fraternal, além da apresentação de dança de cinco alunos do Colégio Rubens Romanelli, os presentes puderam contar com um cardápio delicioso.
Twitter é um Micro-Blogging, ou seja, uma ferramenta da rede-social que permite que as pessoas se comuniquem por meio de trocas mensagens instantâneas de até 140 caracteres respondendo a simples pergunta "What are you doing?" (O que você está fazendo?).
São mensagens curtas em tempo real. Através dele você pode saber notícias do mundo ou trocar uma simples mensagem com seu amigo.
Primeiramente, twittar, é a ação que as pessoas fazem ao enviar mensagens, os famosos updates(atualizações), pelo twitter, antes você apenas respondia a pergunta "o que você está fazendo?", mas hoje o twitter ganhou uma utilidade muito maior do que apenas revelar as pessoas o que você faz a cada minuto, hoje ele é uma verdadeira fonte de informações, pois sua facilidade de acessar e publicar mensagens faz com que os acontecimentos sejam comunicados pela ferramenta e rapidamente distribuídos.
Além de você poder utilizá-la ao seu benefício, você também pode saber as notícias de seu jornal ou revista preferidos, as matérias que são postadas no seu site, blog prediletos, saber as novidades na sua área de trabalho, ou de interesse pessoal, bastando apenas seguir as pessoas que postam tais informações.
http://twitter.com/irmaoglacus
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Comenda da PazChico Xavier |
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No dia 4 de abril de 2003, em Uberaba, a Fraternidade Espírita Irmão Glacus, representada pelos Srs. Ênio Wendling e Vicente Queiroz, recebeu das mãos do Exmo.Sr. Governador do Estado de Minas Gerais, Aécio Neves da Cunha, a Comenda da Paz - Chico Xavier. (veja a íntegra da lei).
A Comenda da Paz - Chico Xavier destina-se a homenagear as pessoas físicas e jurídicas que tenham destacado-se na promoção da paz, por meio de atividades relacionadas com:
I – O desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas em prol do bem-estar da humanidade;
II – Contribuições literárias, artísticas e culturais;
III – Campanhas pacifistas;
IV – Movimentos e manifestos a favor do desarmamento e da defesa do cidadão;
V – Trabalhos e projetos que combatam a fome e a miséria e que promovam a geração de emprego e renda;
VI – Políticas e projetos voltados para o desenvolvimento da educação;
VII – Ações e campanhas para o fortalecimento da família;
VIII – Contribuições ao desenvolvimento espiritual da humanidade;
IX – Ações para a promoção da dignidade humana.
Para a Casa de Glacus ter-se reconhida em quase todas as atividades citadas nos critérios de avaliação para o recebimento da Comenda é motivo de contentamento e motivação para continuarmos neste trabalho, sob a égide do Evangelho e Ação.
Esta condecoração é mais um reconhecimento público do trabalho que a Casa de Glacus vem realizando a cada dia, superando sempre novos desafios, em esforço de transformção da realidade que nos cerca.
Esta Comenda dedicamos a cada tarefeiro, a cada frequentador e a cada assistido/atendido que fizeram que ainda fazem a Fraternidade e a Fundação Espírita Irmão Glacus acontecerem.

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Crianças jogando adedanha - Forró 2009
Como parte da ornamentação do evento, feita pelos próprios alunos da escola, os espantalhos no portão de entrada enfeitaram o arraiá da FEIG. Além das barraquinhas de brincadeiras, comes e bebes, os estudantes do Centro de Educação Infantil Irmão José Grosso e do Colégio Espírita Rubens Costa Romanelli dançaram harmoniosas quadrilhas ensaiadas durante o ano. Cada departamento da instituição fica responsável por uma barraquinha
O Bazar da Pechincha também foi uma das atrações do evento. As doações que são vendidas no Bazar são arrecadadas durante todo ano. O Bazar de produtos usados acontece toda semana na Fundação, nas quintas-feiras, das 8 às 12 horas. Mas o Bazar deste evento é de doações de produtos novos restantes do Café Colonial para dar oportunidade para as pessoas do bairro Kennedy e região comprarem coisas novas a preços simbólicos.
O trabalho dos tarefeiros é cada ano melhor e todos colaboram dentro das suas possibilidades para que o evento fique fraterno e animado. E o resultado desse trabalho incessante de amigos abnegados, dos dois planos da vida, é que fizeram do Forró da Fraternidade um evento animado de muita dedicação, comprometimento, humildade, caridade, união e principalmente amor.

A obra de Ampliação da Fraternidade Espírita Irmão Glacus foi dividida em duas etapas e inauguramos no dia 21 de setembro de 2008 a 1º etapa da obra.

Nessa etapa foram entregues 07 salas para evangelização, 01 sala para cursos, 01 sala de múltiplo uso com capacidade para 150 pessoas, consultório odontológico para 02 cadeiras de dentista, 02 consultórios médicos, enfermagem, farmácia, além de sanitários e local para banho dos assistidos. Com essa etapa concluída daremos início à 2º etapa que consistirá na reforma de alguns setores do prédio existente e construção da cozinha, refeitório e despensa.

A equipe de construção agradece todas as manifestações de carinho e apoio, e também a paciência que os freqüentadores e tarefeiros da casa tiveram durante todo esse tempo de obra. Nada foi feito sem um planejamento e esse planejamento já havia sido feito muito antes de traçarmos qualquer linha. Somos todos trabalhadores da última hora da Seara de Jesus e como tal estamos muito felizes pela oportunidade do trabalho e pela confiança depositada nos nossos serviços.
Assinado: Todas as pessoas que participaram do planejamento, da construção e fornecimento de materiais para a obra.
A inauguração deste prédio do ponto de vista material seria a ampliação das nossas atividades possibilitando um pouco mais de conforto, de condições de trabalho para os tarefeiros e freqüentadores da casa. Do ponto de vista espiritual somente os espíritos podem nos revelar qual é o alcance. Sabemos que no campo espiritual da Fraternidade Espírita Irmão Glacus gravitam milhares de trabalhadores espirituais e o senhor Ênio já nos havia revelado que no Plano Espiritual existem em torno de quatro, cinco andares junto a esta obra. O que nós fizemos no campo material foi distribuir melhor as nossas atividades e dependências, acomodar melhor as pessoas e os trabalhadores dando-lhes um pouco mais de conforto para poderem trabalhar. Do ponto de vista espiritual é o Glacus e a Espiritualidade que vai poder dizer o alcance de tudo isto.
Edgar de Souza Júnior
A inauguração do prédio anexo representa felicidade, porque são 32 anos de atividades constantes da Fraternidade Espírita Irmão Glacus onde recebemos mais do que merecemos durante todo este tempo. Com relação à cura, a cura de minha filha Scheila, a minha cura e isto se esparge sobre todos os freqüentadores da nossa Fraternidade. A construção deste prédio é o apogeu material de nossa instituição, certamente os diretores ampliarão as atividades espirituais para melhores conquistas na Pátria Espiritual.
Adiraldo Vieira
A inauguração do prédio anexo deve representar para nós que estamos dentro da Doutrina Espírita, o início daquilo que Deus nos proporcionou como a grande escola da alma para irmos rumo ao próprio Criador.
Ênio Wendling

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